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Quem tem medo da felicidade? - Versão Portuguesa da escala do medo da felicidade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: O presente estudo teve como objetivo avaliar as propriedades psicométricas da versão portuguesa da Escala do Medo da Felicidade. Este conceito é definido como o medo que tem subjacente a crença de que a felicidade traz consequências negativas. Método: Os participantes foram 323 estudantes universitários entre os 18 e os 54 anos de idade cujos dados foram recolhidos presencialmente (n = 118) e online (n = 205). Resultados: Os resultados da análise paralela e das análises fatoriais exploratória e confirmatória confirmaram a estrutura unidimensional da escala que demonstrou uma boa consistência interna. O medo da felicidade apresentou uma correlação negativa moderada com a satisfação com a vida, o afeto positivo e a esperança e uma correlação também moderada mas positiva com o afeto negativo. Através de uma análise de regressão linear hierárquica verificou-se que o medo da felicidade, controlando variáveis sociodemográficas e psicossociais, estava negativamente associado à satisfação com a vida. Conclusão: A versão portuguesa da Escala do Medo da Felicidade apresentou boas qualidades psicométricas. A disponibilização deste instrumento permitirá contribuir para os estudos sobre a felicidade, especificamente, como é que pode ser experienciada de uma forma negativa e, por vezes, evitada.
Autores principais:Pacheco, Daniela
Outros Autores:Crespo, C.; Fernandes, Mariana; Teixeira, Pedro; Narciso, Isabel
Assunto:Medo da felicidade Versão portuguesa Propriedades psicométricas Satisfação com a vida
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivo: O presente estudo teve como objetivo avaliar as propriedades psicométricas da versão portuguesa da Escala do Medo da Felicidade. Este conceito é definido como o medo que tem subjacente a crença de que a felicidade traz consequências negativas. Método: Os participantes foram 323 estudantes universitários entre os 18 e os 54 anos de idade cujos dados foram recolhidos presencialmente (n = 118) e online (n = 205). Resultados: Os resultados da análise paralela e das análises fatoriais exploratória e confirmatória confirmaram a estrutura unidimensional da escala que demonstrou uma boa consistência interna. O medo da felicidade apresentou uma correlação negativa moderada com a satisfação com a vida, o afeto positivo e a esperança e uma correlação também moderada mas positiva com o afeto negativo. Através de uma análise de regressão linear hierárquica verificou-se que o medo da felicidade, controlando variáveis sociodemográficas e psicossociais, estava negativamente associado à satisfação com a vida. Conclusão: A versão portuguesa da Escala do Medo da Felicidade apresentou boas qualidades psicométricas. A disponibilização deste instrumento permitirá contribuir para os estudos sobre a felicidade, especificamente, como é que pode ser experienciada de uma forma negativa e, por vezes, evitada.