Publicação
Sugestões de desenvolvimento do plano curricular para o 3º ciclo do ensino básico
| Resumo: | Através de um conjunto de sugestões de desenvolvimento do plano curricular aprovado em Agosto de 1969 para os ensinos básico e secundário (Anexo 1), o presente trabalho assume-se — relativamente ao terceiro ciclo de estudos (7º, 8º e 9º anos de escolaridade) e no âmbito preciso que lhe está consignado, enquanto dissertação visando a obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação (Organização do Ensino) — como o contributo possivel do seu autor em ordem a anunciada concretização da Reforma do Sistema Educativo.(...) Preparava-se então (meados de Junho), o arranque do ano escolar de 1985/86, quando, na sequência de reuniões de trabalho de técnicos do Ministério com elementos dos Conselhos Directivos das escolas das áreas pedagógicas dos distritos de Lisboa e de Setúbal. se verificou que a previsão do numero de matriculas no ensino secundário, particularmente no Curso Geral Unificado (actual 3º ciclo do ensino básico), configurava, em relação a algumas zonas suburbanas, um quadro de ruptura do paroue escolar, caracterizado por um excedente de alunos que implicaria a constituição de 300 turmas, de 30 alunos cada. Alijando responsabilidades de uma planificação não efectuada em devido tempo, os Serviços Centrais "constituiam" como causas do problema - o atraso na entrega de "novos empreendimentos" (leia-se novas escolas): - "a (sequente) impossibilidade temporal de construção de outros": - a elevada taxa de repetência" verificada' no ano anterior; - o "crescimento anormal" da população escolar nesse nivel de ensino. E avançavam com as seguintes soluções, em ordem a minimizar os aspectos mais gravosos: — uma "distribuição excepcional" de alunos, traduzida no aumento destes, por turma: — a procura de "novos espaços de ensino". consubstanciada na tentativa de ganhar para o parque escolar, ainda que a titulo precário, edifícios devolutos que oferecessem as devidas condições de aproveitamento: — "restrições curriculares", a ser objecto de ulterior ponderação. (...) |
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| Autores principais: | Ferreira, Manuel Figueiredo |
| Assunto: | Teses de mestrado - 1990 Organização curricular Planeamento de currículos Ensino básico |
| Ano: | 1990 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Através de um conjunto de sugestões de desenvolvimento do plano curricular aprovado em Agosto de 1969 para os ensinos básico e secundário (Anexo 1), o presente trabalho assume-se — relativamente ao terceiro ciclo de estudos (7º, 8º e 9º anos de escolaridade) e no âmbito preciso que lhe está consignado, enquanto dissertação visando a obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação (Organização do Ensino) — como o contributo possivel do seu autor em ordem a anunciada concretização da Reforma do Sistema Educativo.(...) Preparava-se então (meados de Junho), o arranque do ano escolar de 1985/86, quando, na sequência de reuniões de trabalho de técnicos do Ministério com elementos dos Conselhos Directivos das escolas das áreas pedagógicas dos distritos de Lisboa e de Setúbal. se verificou que a previsão do numero de matriculas no ensino secundário, particularmente no Curso Geral Unificado (actual 3º ciclo do ensino básico), configurava, em relação a algumas zonas suburbanas, um quadro de ruptura do paroue escolar, caracterizado por um excedente de alunos que implicaria a constituição de 300 turmas, de 30 alunos cada. Alijando responsabilidades de uma planificação não efectuada em devido tempo, os Serviços Centrais "constituiam" como causas do problema - o atraso na entrega de "novos empreendimentos" (leia-se novas escolas): - "a (sequente) impossibilidade temporal de construção de outros": - a elevada taxa de repetência" verificada' no ano anterior; - o "crescimento anormal" da população escolar nesse nivel de ensino. E avançavam com as seguintes soluções, em ordem a minimizar os aspectos mais gravosos: — uma "distribuição excepcional" de alunos, traduzida no aumento destes, por turma: — a procura de "novos espaços de ensino". consubstanciada na tentativa de ganhar para o parque escolar, ainda que a titulo precário, edifícios devolutos que oferecessem as devidas condições de aproveitamento: — "restrições curriculares", a ser objecto de ulterior ponderação. (...) |
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