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Jardins verticais: utilização para fins terapeûticos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O desenvolvimento urbano e a mudança de populações do espaço rural para o espaço urbano promoveu a rutura da ligação entre o Homem e a Natureza. Os espaços verdes têm desempenhado um importante papel no colmatar dessa rutura. No entanto a impermeabilização intensa de todo o espaço urbano, tem reduzido a possibilidade de espaços verdes em superfície. Os jardins verticais têm vindo a desempenhar um relevante papel nesta falta de disponibilidade de espaço horizontal. Existem, essencialmente, quatro categorias de jardins verticais – fachadas verdes diretas, fachadas verdes indiretas, paredes vivas contínuas e paredes vivas modulares -, cujos sistemas podem ser constituídos por vários tipos de estruturas fixas ou não a uma parede interior ou exterior. Os jardins verticais podem ser analisados e avaliados em termos da sua sustentabilidade, são quantificados alguns parâmetros tais como os custos de cada estrutura, etc. Contudo existem fatores, igualmente importantes, ligados aos impactos psicológicos e físicos no Homem e na sua qualidade de vida que, devido à sua subjetividade, não são possíveis de determinar valores específicos. A escolha mais apropriada de modelo de jardim vertical deve ser efetuada tendo em consideração todos os elementos objetivos ou subjetivos, inclusive as necessidades e características do espaço e utilizadores. O presente trabalho tem um caso de estudo que consiste na implementação de um jardim vertical que ajude a melhorar a qualidade do espaço e da vida dos utentes, funcionários e visitantes, numa unidade de serviço social, o lar residencial “Residência dos Avós “situado no Tojalinho, Concelho de Loures, cuja falta de área horizontal impede a criação de um jardim “comum”
Autores principais:Rodrigues, Raquel Sofia Rocha
Assunto:jardim vertical jardim terapêutico sustentabilidade
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O desenvolvimento urbano e a mudança de populações do espaço rural para o espaço urbano promoveu a rutura da ligação entre o Homem e a Natureza. Os espaços verdes têm desempenhado um importante papel no colmatar dessa rutura. No entanto a impermeabilização intensa de todo o espaço urbano, tem reduzido a possibilidade de espaços verdes em superfície. Os jardins verticais têm vindo a desempenhar um relevante papel nesta falta de disponibilidade de espaço horizontal. Existem, essencialmente, quatro categorias de jardins verticais – fachadas verdes diretas, fachadas verdes indiretas, paredes vivas contínuas e paredes vivas modulares -, cujos sistemas podem ser constituídos por vários tipos de estruturas fixas ou não a uma parede interior ou exterior. Os jardins verticais podem ser analisados e avaliados em termos da sua sustentabilidade, são quantificados alguns parâmetros tais como os custos de cada estrutura, etc. Contudo existem fatores, igualmente importantes, ligados aos impactos psicológicos e físicos no Homem e na sua qualidade de vida que, devido à sua subjetividade, não são possíveis de determinar valores específicos. A escolha mais apropriada de modelo de jardim vertical deve ser efetuada tendo em consideração todos os elementos objetivos ou subjetivos, inclusive as necessidades e características do espaço e utilizadores. O presente trabalho tem um caso de estudo que consiste na implementação de um jardim vertical que ajude a melhorar a qualidade do espaço e da vida dos utentes, funcionários e visitantes, numa unidade de serviço social, o lar residencial “Residência dos Avós “situado no Tojalinho, Concelho de Loures, cuja falta de área horizontal impede a criação de um jardim “comum”