Publicação
Direito ambiental como direito fundamental na constituição portuguesa e brasileira
| Resumo: | Aqui neste pequeno espaço, tento conciliar o que produzi e o que tentei fazer neste pequeno escrito. Fiz um relato breve e lacônico das possibilidades do ser humano em entender a leitura da realidade. Tentei ser fiel a minha história pessoal que traduz aquilo que sou, e que disso não posso fugir e o que afinal posso julgar. Mas como vejo o mundo em crise, passo, sem cerimônia, a transcrever um grande poema de T. S. Eliot: Filho do homem, não consegues dizer, nem adivinhar, pois conheces apenas um montão de imagens quebradas, onde bate o sol, e a árvore morta não dá qualquer abrigo, nem o grilo alívio, nem a pedra seca qualquer ruído de água. Apenas há sombra debaixo desta rocha vermelha (anda vem para a sombra desta rocha vermelha), e vou mostrar-te uma coisa ao mesmo tempo diferente da tua sombra quando ao amanhecer te segue e da tua sombra quando ao entardecer te enfrenta; vou mostrar-te o medo num punhado de poeira. |
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| Autores principais: | Jambo, Alfredo Sérgio Magalhães |
| Assunto: | Direito constitucional Direito do ambiente Direitos fundamentais Portugal Brasil Teses de mestrado - 2015 |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Aqui neste pequeno espaço, tento conciliar o que produzi e o que tentei fazer neste pequeno escrito. Fiz um relato breve e lacônico das possibilidades do ser humano em entender a leitura da realidade. Tentei ser fiel a minha história pessoal que traduz aquilo que sou, e que disso não posso fugir e o que afinal posso julgar. Mas como vejo o mundo em crise, passo, sem cerimônia, a transcrever um grande poema de T. S. Eliot: Filho do homem, não consegues dizer, nem adivinhar, pois conheces apenas um montão de imagens quebradas, onde bate o sol, e a árvore morta não dá qualquer abrigo, nem o grilo alívio, nem a pedra seca qualquer ruído de água. Apenas há sombra debaixo desta rocha vermelha (anda vem para a sombra desta rocha vermelha), e vou mostrar-te uma coisa ao mesmo tempo diferente da tua sombra quando ao amanhecer te segue e da tua sombra quando ao entardecer te enfrenta; vou mostrar-te o medo num punhado de poeira. |
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