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Os exotica da necrópole da Idade do Ferro do Olival do Senhor dos Mártires (Alcácer do Sal) no seu contexto regional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ao largo da sua longa existência (meados do século VII a meados do II a.n.e.), a necrópole da Idade do Ferro do Olival do Senhor dos Mártires (Alcácer do Sal) manteve uma estreita afinidade cultural com o Sul peninsular e o Mediterrâneo, expressa, entre muitos outros aspectos, pela presença de um conjunto de exotica (vidro, cornalina, amuletos de tipo egípcio e púnico, marfim/osso e ovo de avestruz) plausivelmente correspondentes a importações mediterrâneas ou de tipo mediterrâneo. Na presente contribuição analisa-se a posição destes elementos na sequência da necrópole, contextualizando-os no repertório de elementos importados durante a Idade do Ferro regional.
Autores principais:Gomes, Francisco B.
Assunto:Olival do Senhor dos Mártires (Alcácer do Sal) Idade do Ferro Exotica Comércio mediterrâneo Consumo Iron Age Mediterranean trade Consumption
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Ao largo da sua longa existência (meados do século VII a meados do II a.n.e.), a necrópole da Idade do Ferro do Olival do Senhor dos Mártires (Alcácer do Sal) manteve uma estreita afinidade cultural com o Sul peninsular e o Mediterrâneo, expressa, entre muitos outros aspectos, pela presença de um conjunto de exotica (vidro, cornalina, amuletos de tipo egípcio e púnico, marfim/osso e ovo de avestruz) plausivelmente correspondentes a importações mediterrâneas ou de tipo mediterrâneo. Na presente contribuição analisa-se a posição destes elementos na sequência da necrópole, contextualizando-os no repertório de elementos importados durante a Idade do Ferro regional.