Publicação
A utilização de modos suaves no triângulo urbano concelhio Loulé-Quarteira-Almancil: desafios e oportunidades para uma política de mobilidade sustentável
| Resumo: | O presente artigo tem como objetivo averiguar em que medida a existência de infraestruturas e serviços ligados à mobilidade suave são suficientes para o desenvolvimento destas práticas por parte da sua população. Em termos metodológicos, para a análise da oferta recorreu-se à identificação da rede viária, de transportes públicos e ciclável, utilizando os SIG, no sentido de identificar as áreas com melhor nível de serviço; na análise da procura, realizaram-se 68 inquéritos à população do concelho de Loulé, com finalidade de perceber a frequência, amplitude e modos de deslocação no seu dia-a-dia. Como conclusão, podemos avançar que o contributo da mobilidade suave para a sustentabilidade ainda é limitado, suscitando a necessidade de um plano de mobilidade favorecedor da intermodalidade, no contexto territorial analisado. |
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| Autores principais: | Anacleto, Dinis |
| Outros Autores: | Menor, Ricardo; Marques da Costa, Eduarda; Abrantes, Patrícia |
| Assunto: | Mobilidade sustentável Mobilidade suave Intermodalidade Algarve |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente artigo tem como objetivo averiguar em que medida a existência de infraestruturas e serviços ligados à mobilidade suave são suficientes para o desenvolvimento destas práticas por parte da sua população. Em termos metodológicos, para a análise da oferta recorreu-se à identificação da rede viária, de transportes públicos e ciclável, utilizando os SIG, no sentido de identificar as áreas com melhor nível de serviço; na análise da procura, realizaram-se 68 inquéritos à população do concelho de Loulé, com finalidade de perceber a frequência, amplitude e modos de deslocação no seu dia-a-dia. Como conclusão, podemos avançar que o contributo da mobilidade suave para a sustentabilidade ainda é limitado, suscitando a necessidade de um plano de mobilidade favorecedor da intermodalidade, no contexto territorial analisado. |
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