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O barotraumatismo na aviação e no desporto em altitude

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com a subida em altitude, o ar no ouvido médio vai expandir, pelo que é necessário que se reduza a pressão, escapando o ar pela trompa de Eustáquio para a nasofaringe. À medida que se desce, o ar entra periodicamente através da trompa de Eustáquio. Quando não se consegue esta equalização, a pressão negativa originada no ouvido médio resulta em barotrauma, ocorrendo tipicamente na descida. O barotrauma do ouvido médio é o problema médico mais comum associado à viagem aérea. Estima-se que afecte cerca de 5% dos adultos e 25% das crianças, sendo que diversos factores influenciam esta frequência aumentada em crianças. É caracterizado pela presença de otalgia súbita, diminuição da acuidade auditiva, sensação de plenitude auricular e, ocasionalmente, “tinnitus”, vertigem e até ruptura do tímpano, caso exista uma determinada diferença de pressão. A prevalência dos sintomas depende da altitude, do tipo de aeronave e características dos passageiros. Esta revisão aborda a fisiopatologia, as medidas de prevenção, os diversos factores de susceptibilidade e o tratamento desta patologia, tanto na aviação como na prática de desporto em altitude.
Autores principais:Nascimento, Ana Filipa Nogueira do
Assunto:Barotrauma Ouvido Trompa de Eustáquio Aviação Desporto Otorrinolaringologia
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Com a subida em altitude, o ar no ouvido médio vai expandir, pelo que é necessário que se reduza a pressão, escapando o ar pela trompa de Eustáquio para a nasofaringe. À medida que se desce, o ar entra periodicamente através da trompa de Eustáquio. Quando não se consegue esta equalização, a pressão negativa originada no ouvido médio resulta em barotrauma, ocorrendo tipicamente na descida. O barotrauma do ouvido médio é o problema médico mais comum associado à viagem aérea. Estima-se que afecte cerca de 5% dos adultos e 25% das crianças, sendo que diversos factores influenciam esta frequência aumentada em crianças. É caracterizado pela presença de otalgia súbita, diminuição da acuidade auditiva, sensação de plenitude auricular e, ocasionalmente, “tinnitus”, vertigem e até ruptura do tímpano, caso exista uma determinada diferença de pressão. A prevalência dos sintomas depende da altitude, do tipo de aeronave e características dos passageiros. Esta revisão aborda a fisiopatologia, as medidas de prevenção, os diversos factores de susceptibilidade e o tratamento desta patologia, tanto na aviação como na prática de desporto em altitude.