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Prevalência da falha de implantes numa população de pacientes reabilitados na FMDUL

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivos: Avaliar a prevalência da falha do implante numa população de pacientes reabilitados entre 2012 e 2015 nas pós graduações de Implantologia e de Periodontologia e Implantes da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa. Adicionalmente estudar a relação entre a marca do implante e o número de falhas que ocorreram, assim como, avaliar qual foi a frequência de falhas precoces e tardias. Materiais e Métodos: Foram analisados os processos de um total de duzentos e noventa e cinco pacientes reabilitados com implantes entre 2012 e 2015. Nestes pacientes foram colocados um total de novecentos e setenta e nove implantes. Sendo que, foi registada a marca do implante, se ele falhou e se esta falha foi precoce ou tardia. Resultados: A prevalência da falha do implante foi de 8,81% a nível do paciente e 3,47% a nível do implante. Não houve diferenças estatisticamente significativas (p <0,05) entre o número de falhas para cada marca. As falhas precoces corresponderam a 56% e as falhas tardias a 44%. Conclusão: A prevalência da falha do implante foi de 8,81% a nível do paciente e 3,47% a nível do implante. A marca não influencia o número de falhas. As falhas precoces são mais frequentes.
Autores principais:Marques, Manuel Duarte
Assunto:Implantes dentários Pacientes Teses de mestrado - 2016
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivos: Avaliar a prevalência da falha do implante numa população de pacientes reabilitados entre 2012 e 2015 nas pós graduações de Implantologia e de Periodontologia e Implantes da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa. Adicionalmente estudar a relação entre a marca do implante e o número de falhas que ocorreram, assim como, avaliar qual foi a frequência de falhas precoces e tardias. Materiais e Métodos: Foram analisados os processos de um total de duzentos e noventa e cinco pacientes reabilitados com implantes entre 2012 e 2015. Nestes pacientes foram colocados um total de novecentos e setenta e nove implantes. Sendo que, foi registada a marca do implante, se ele falhou e se esta falha foi precoce ou tardia. Resultados: A prevalência da falha do implante foi de 8,81% a nível do paciente e 3,47% a nível do implante. Não houve diferenças estatisticamente significativas (p <0,05) entre o número de falhas para cada marca. As falhas precoces corresponderam a 56% e as falhas tardias a 44%. Conclusão: A prevalência da falha do implante foi de 8,81% a nível do paciente e 3,47% a nível do implante. A marca não influencia o número de falhas. As falhas precoces são mais frequentes.