Publicação
Proposta para a requalificação da Quinta de Vale de Flores em Loures
| Resumo: | A presente proposta foi desenvolvida no âmbito de uma Prova Final de Mestrado que aborda o contexto, reuso e requalificação das Quintas de Recreio em Portugal. O estudo procura construir um olhar metodológico critico sobre a memória física do património construído, propondo a sua adaptação a novos programas integrados, e de algum modo, participativos. Os elementos característicos do caso de estudo influenciam diretamente o desenho do conjunto, espaços interiores e exteriores. Enquanto o programa baseado nas respostas a um inquérito feito a parte da população local, surgiu como ferramenta que determina o ideal de ocupação para aquele contexto urbano específico. Para tal, é proposta para a Quinta e o Palácio de Vale de Flores a adaptação dos seus espaços para usos semipúblicos de cariz cultural. O terreno é redesenhado para abrigar um centro multiusos parcialmente enterrado, não sobrepondo à importância das pré-existências. A ruína do antigo Palácio é preservada, adaptando-se a espaços de leitura e trabalho. A intervenção na Quinta, assume assim a preservação da memória construída do lugar, enquanto introduz um novo espaço público dedicado ao lazer e cultura. O objetivo é potencializar a continuidade arquitetónica e paisagística, impulsionando o desenvolvimento da região através do seu reuso permanente. |
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| Autores principais: | Teixeira, Mariana Bento de Oliveira |
| Assunto: | quintas de recreio intervir do património memória do lugar arquitetura escavada espaço cultural |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A presente proposta foi desenvolvida no âmbito de uma Prova Final de Mestrado que aborda o contexto, reuso e requalificação das Quintas de Recreio em Portugal. O estudo procura construir um olhar metodológico critico sobre a memória física do património construído, propondo a sua adaptação a novos programas integrados, e de algum modo, participativos. Os elementos característicos do caso de estudo influenciam diretamente o desenho do conjunto, espaços interiores e exteriores. Enquanto o programa baseado nas respostas a um inquérito feito a parte da população local, surgiu como ferramenta que determina o ideal de ocupação para aquele contexto urbano específico. Para tal, é proposta para a Quinta e o Palácio de Vale de Flores a adaptação dos seus espaços para usos semipúblicos de cariz cultural. O terreno é redesenhado para abrigar um centro multiusos parcialmente enterrado, não sobrepondo à importância das pré-existências. A ruína do antigo Palácio é preservada, adaptando-se a espaços de leitura e trabalho. A intervenção na Quinta, assume assim a preservação da memória construída do lugar, enquanto introduz um novo espaço público dedicado ao lazer e cultura. O objetivo é potencializar a continuidade arquitetónica e paisagística, impulsionando o desenvolvimento da região através do seu reuso permanente. |
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