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Food defense e a sua relação com as normas IFS V6, BRC V7 e FSSC 22000

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os sucessivos acontecimentos terroristas no setor alimentar, verificados ao longo de décadas levaram a que, pela primeira vez, no domínio alimentar, emergisse nos EUA o conceito de defesa alimentar, cujo objetivo é adotar medidas preventivas da contaminação intencional de produtos, onde indivíduos motivados ideologicamente recorrem a agentes (biológicos, químicos, físicos ou radiológicos) com o intuito de causar prejuízos às organizações, governos ou à população em geral. O reconhecimento da sua importância na cadeia alimentar promoveu a difusão deste conceito através de normas certificáveis como a IFS Food versão 6, BRC Food versão 7 e FSSC 22000 e o desenvolvimento de novas metodologias. Apesar de ser uma iniciativa recente, verifica-se a nível mundial uma forte adoção das práticas de defesa alimentar, embora em Portugal esta adoção se tem revelado de pequena amplitude. No presente estudo foi feita uma análise do conceito de defesa alimentar, a sua importância nas organizações e a correlação com os referenciais de segurança alimentar. Para tal, procedeu-se a uma sistematização das metodologias existentes para proteger as organizações da contaminação intencional, adulteração e fraude alimentar, das quais nomeiam-se o CARVER+Shock, TACCP, VACCP, HACCDP, HARPC e ORM. Apesar das diferentes especificações reveladas pelos sistemas, verifica-se que convergem para o mesmo fim, adotar procedimentos que auxiliem as organizações a avaliar potenciais vulnerabilidades, ameaças e riscos inerentes. O estudo permitiu identificar os sistemas mais adequados a implementar para uma organização que seja certificada numa das três normas (BRC, IFS, FSSC 22000). Constatou-se da análise efetuada que o TACCP foi o método que revelou ser o mais completo para atender aos requisitos referentes à defesa alimentar impostos nas normas em estudo
Autores principais:Severino, Paula Rita de Sousa
Assunto:defesa alimentar segurança alimentar normas contaminação intencional
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os sucessivos acontecimentos terroristas no setor alimentar, verificados ao longo de décadas levaram a que, pela primeira vez, no domínio alimentar, emergisse nos EUA o conceito de defesa alimentar, cujo objetivo é adotar medidas preventivas da contaminação intencional de produtos, onde indivíduos motivados ideologicamente recorrem a agentes (biológicos, químicos, físicos ou radiológicos) com o intuito de causar prejuízos às organizações, governos ou à população em geral. O reconhecimento da sua importância na cadeia alimentar promoveu a difusão deste conceito através de normas certificáveis como a IFS Food versão 6, BRC Food versão 7 e FSSC 22000 e o desenvolvimento de novas metodologias. Apesar de ser uma iniciativa recente, verifica-se a nível mundial uma forte adoção das práticas de defesa alimentar, embora em Portugal esta adoção se tem revelado de pequena amplitude. No presente estudo foi feita uma análise do conceito de defesa alimentar, a sua importância nas organizações e a correlação com os referenciais de segurança alimentar. Para tal, procedeu-se a uma sistematização das metodologias existentes para proteger as organizações da contaminação intencional, adulteração e fraude alimentar, das quais nomeiam-se o CARVER+Shock, TACCP, VACCP, HACCDP, HARPC e ORM. Apesar das diferentes especificações reveladas pelos sistemas, verifica-se que convergem para o mesmo fim, adotar procedimentos que auxiliem as organizações a avaliar potenciais vulnerabilidades, ameaças e riscos inerentes. O estudo permitiu identificar os sistemas mais adequados a implementar para uma organização que seja certificada numa das três normas (BRC, IFS, FSSC 22000). Constatou-se da análise efetuada que o TACCP foi o método que revelou ser o mais completo para atender aos requisitos referentes à defesa alimentar impostos nas normas em estudo