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Resumo:O projeto parte do reconhecimento das qualidades encontradas ao longo na margem do Cais do Ginjal até Cacilhas e imagina a sua transformação com base numa ideia de reconstrução emocional desse espaço linear. O projeto desenvolve uma proposta integrada de intervenção urbana que contempla projetos de natureza distinta, desde a reapropriação das ruínas do Ginjal à reconfiguração do terminal fluvial de Cacilhas e o espaço envolvente. Imagina-se e formaliza-se o lugar urbano desde o desenho da cidade ao detalhe urbano e arquitetónico. Ao longo da linha da margem do Ginjal recompõe o percurso linear do cais, através do qual somos motivados a experienciar sentimentos de curiosidade e empatia em relação ao lugar, e desenha a reapropriação do conjunto edificado atualmente em ruínas propondo usos culturais e comerciais para a frente edificada. Em Cacilhas propõe um novo interface de mobilidade que articula os transportes fluviais, rodoviários e ferroviários. Formaliza-se um edifício urbano que acolhe o interface, o clube naval, espaços comerciais e de serviços, definindo uma praça metropolitana em articulação com o Tejo. Neste sentido partiu-se à análise do sítio em simultâneo com o estudo de vários casos de referência assim como de diversos autores que fundamentam as temáticas desenvolvidas neste trabalho. Através deste trabalho é possível compreender a importância do reconhecimento da história de um lugar e como isso enriquece a nossa experiência sensorial com a arquitetura.
Autores principais:Machado, Renata Pinto
Assunto:Cais Linha Percurso Reconstrução Emocional Ruína
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O projeto parte do reconhecimento das qualidades encontradas ao longo na margem do Cais do Ginjal até Cacilhas e imagina a sua transformação com base numa ideia de reconstrução emocional desse espaço linear. O projeto desenvolve uma proposta integrada de intervenção urbana que contempla projetos de natureza distinta, desde a reapropriação das ruínas do Ginjal à reconfiguração do terminal fluvial de Cacilhas e o espaço envolvente. Imagina-se e formaliza-se o lugar urbano desde o desenho da cidade ao detalhe urbano e arquitetónico. Ao longo da linha da margem do Ginjal recompõe o percurso linear do cais, através do qual somos motivados a experienciar sentimentos de curiosidade e empatia em relação ao lugar, e desenha a reapropriação do conjunto edificado atualmente em ruínas propondo usos culturais e comerciais para a frente edificada. Em Cacilhas propõe um novo interface de mobilidade que articula os transportes fluviais, rodoviários e ferroviários. Formaliza-se um edifício urbano que acolhe o interface, o clube naval, espaços comerciais e de serviços, definindo uma praça metropolitana em articulação com o Tejo. Neste sentido partiu-se à análise do sítio em simultâneo com o estudo de vários casos de referência assim como de diversos autores que fundamentam as temáticas desenvolvidas neste trabalho. Através deste trabalho é possível compreender a importância do reconhecimento da história de um lugar e como isso enriquece a nossa experiência sensorial com a arquitetura.