Publicação
Malária. Tratamento e Prevenção. Consulta do viajante
| Resumo: | O controlo da malária, uma doença infeciosa provocada pelo protozoário Plasmodium, transmitida pelo mosquito fêmea do género Anopholes, continua a ser um desafio mundial, tanto a nível social, como a nível científico. P. falciparum, a espécie responsável pela manifestação mais severa da doença, é também a mais prevalente em África, onde causa milhares de mortes anualmente, dos quais a grande maioria são crianças com idade inferior a 5 anos. Um tratamento adequado, após a confirmação por teste diagnóstico, é absolutamente necessário, visto que a rápida progressão da doença pode torná-la fatal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda vários regimes de tratamento, no entanto, outro problema que se levanta é a falta de acesso aos mesmos pela população. Uma das fortes apostas no combate à malária consiste assim na prevenção da mesma, através de medidas a adotar pela população local, como também pelas pessoas que visitam as áreas endémicas, e o uso de antimaláricos com objetivo profilático. Educação da população é um passo importante, que no caso dos viajantes, é realizado com algumas semanas de antecedência através de uma Consulta do Viajante. Aí é transmitida a informação essencial para que o risco de contrair a doença seja mínimo, tal como a seleção de um regime de profilaxia adequado ao indivíduo e ao destino. Idealmente, uma vacina capaz de imunizar eficazmente todos os indivíduos estaria na base da eliminação da doença, no entanto, esta ainda continua em desenvolvimento, tal como novos antimaláricos capazes de responder aos casos emergentes de resistências. Programas de acesso às diferentes formas de combate à doença também fazem parte dos planos para um futuro livre de malária. |
|---|---|
| Autores principais: | Tomov, Nikolay Nikolaev |
| Assunto: | Malária Plasmodium Anopholes Consulta do viajante Mestrado Integrado - 2017 |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O controlo da malária, uma doença infeciosa provocada pelo protozoário Plasmodium, transmitida pelo mosquito fêmea do género Anopholes, continua a ser um desafio mundial, tanto a nível social, como a nível científico. P. falciparum, a espécie responsável pela manifestação mais severa da doença, é também a mais prevalente em África, onde causa milhares de mortes anualmente, dos quais a grande maioria são crianças com idade inferior a 5 anos. Um tratamento adequado, após a confirmação por teste diagnóstico, é absolutamente necessário, visto que a rápida progressão da doença pode torná-la fatal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda vários regimes de tratamento, no entanto, outro problema que se levanta é a falta de acesso aos mesmos pela população. Uma das fortes apostas no combate à malária consiste assim na prevenção da mesma, através de medidas a adotar pela população local, como também pelas pessoas que visitam as áreas endémicas, e o uso de antimaláricos com objetivo profilático. Educação da população é um passo importante, que no caso dos viajantes, é realizado com algumas semanas de antecedência através de uma Consulta do Viajante. Aí é transmitida a informação essencial para que o risco de contrair a doença seja mínimo, tal como a seleção de um regime de profilaxia adequado ao indivíduo e ao destino. Idealmente, uma vacina capaz de imunizar eficazmente todos os indivíduos estaria na base da eliminação da doença, no entanto, esta ainda continua em desenvolvimento, tal como novos antimaláricos capazes de responder aos casos emergentes de resistências. Programas de acesso às diferentes formas de combate à doença também fazem parte dos planos para um futuro livre de malária. |
|---|