Publicação
Território, comunidade, memória e emoção: a contribuição da história da arqueologia (algumas primeiras e breves reflexões)
| Resumo: | Contribuindo para a composição de discursos escritos e iconográficos de índole identitária, a arqueologia tem desempenhado um papel, por vezes, determinante no desenvolvimento de comunidades locais. Capacidade que deveria ser aprofundada por ajudar a desconstruir mitos e a recuperar memórias, favorecendo, assim, a proximidade e o entrosamento entre território, cidadão, comunidade, produção de conhecimento científico e patrimonial e desenvolvimento sustentável de diferentes populações e geografias. Trata-se, porém, de um envolvimento que exige um esforço crescente e contínuo de cidadania, mormente por parte de quem, em contexto universitário e ciente das implicações da prática de uma exigente ‘ciência cidadã’, deve incentivar o gizamento e a concretização de projetos inovadores destinados a cumprir alguns dos ‘Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030’ e a própria ‘Agenda 2030’. Propomos, por conseguinte, debater, a partir de um caso concreto da região eborense, em que medida a própria história da arqueologia, enquanto disciplina universitária, pode – e deve, no nosso entender –, concorrer para a intersecção entre arqueologia, território, comunidade, memória e desenvolvimento local, ultrapassando o mero – porém, necessário –, domínio conceptual. |
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| Autores principais: | Martins, Ana Cristina |
| Assunto: | Arqueologia Território: Comunidade Memória e emoção História da arqueologia Archaeology Territory: Community Memory and emotion History of archaeology |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Contribuindo para a composição de discursos escritos e iconográficos de índole identitária, a arqueologia tem desempenhado um papel, por vezes, determinante no desenvolvimento de comunidades locais. Capacidade que deveria ser aprofundada por ajudar a desconstruir mitos e a recuperar memórias, favorecendo, assim, a proximidade e o entrosamento entre território, cidadão, comunidade, produção de conhecimento científico e patrimonial e desenvolvimento sustentável de diferentes populações e geografias. Trata-se, porém, de um envolvimento que exige um esforço crescente e contínuo de cidadania, mormente por parte de quem, em contexto universitário e ciente das implicações da prática de uma exigente ‘ciência cidadã’, deve incentivar o gizamento e a concretização de projetos inovadores destinados a cumprir alguns dos ‘Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030’ e a própria ‘Agenda 2030’. Propomos, por conseguinte, debater, a partir de um caso concreto da região eborense, em que medida a própria história da arqueologia, enquanto disciplina universitária, pode – e deve, no nosso entender –, concorrer para a intersecção entre arqueologia, território, comunidade, memória e desenvolvimento local, ultrapassando o mero – porém, necessário –, domínio conceptual. |
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