Publicação
Uso de células estaminais em Medicina Dentária: uma revisão de Literatura
| Resumo: | O conhecimento associado ao uso de células estaminais (stem cells) no campo da Engenharia de Tecidos tem vindo a aumentar exponencialmente ao longo dos últimos anos. A capacidade de auto-renovação indefinida e indiferenciada da célula estaminal tem permitido caminhar no sentido da criação de um conceito de reabilitação oral associada à formação de orgãos biosintetizados, onde se inclui o dente e estruturas inerentes à cavidade oral. A perda dentária é um fenómeno de crescente importância, tanto ao nível da saúde oral como geral, e que não cessará de ocorrer. Atualmente, os dentes podem ser substituídos recorrendo a diversas opções terapêuticas, como próteses ou implantes, mas que podem não alcançar a integridade funcional e estética concedida por uma dentição dita verdadeira. Assim, é importante para o médico dentista compreender de que forma a Engenharia de Tecidos e a utilização de células estaminais poderá evitar essa perda ou, em último caso, repor um dente perdido. Também ao nível da regeneração tecidual aplicada aos tecidos de suporte do dente, como o ligamento periodontal ou osso alveolar, ou ainda no âmbito do controlo da morbilidade pós-cirúrgica, como na regeneração da língua e glândulas salivares, a engenharia de tecidos ganha real importância. As possibilidades trazidas por esta área inovadora à Medicina Dentária são inúmeras, e podem vir a trazer uma verdadeira melhoria da qualidade de vida e bem-estar dos pacientes. A aplicação da Engenharia de Tecidos e Células Estaminais à Medicina Dentária já não é uma utopia, mas uma realidade. O objetivo desta revisão de literatura é abordar o estado atual da Bioengenharia de Tecidos e compreender de que forma esta área poderá ser aplicada aos campos clínicos da saúde oral. |
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| Autores principais: | Marques, Catarina Costa |
| Assunto: | Medicina dentária - células estaminais Teses de mestrado - 2014 |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O conhecimento associado ao uso de células estaminais (stem cells) no campo da Engenharia de Tecidos tem vindo a aumentar exponencialmente ao longo dos últimos anos. A capacidade de auto-renovação indefinida e indiferenciada da célula estaminal tem permitido caminhar no sentido da criação de um conceito de reabilitação oral associada à formação de orgãos biosintetizados, onde se inclui o dente e estruturas inerentes à cavidade oral. A perda dentária é um fenómeno de crescente importância, tanto ao nível da saúde oral como geral, e que não cessará de ocorrer. Atualmente, os dentes podem ser substituídos recorrendo a diversas opções terapêuticas, como próteses ou implantes, mas que podem não alcançar a integridade funcional e estética concedida por uma dentição dita verdadeira. Assim, é importante para o médico dentista compreender de que forma a Engenharia de Tecidos e a utilização de células estaminais poderá evitar essa perda ou, em último caso, repor um dente perdido. Também ao nível da regeneração tecidual aplicada aos tecidos de suporte do dente, como o ligamento periodontal ou osso alveolar, ou ainda no âmbito do controlo da morbilidade pós-cirúrgica, como na regeneração da língua e glândulas salivares, a engenharia de tecidos ganha real importância. As possibilidades trazidas por esta área inovadora à Medicina Dentária são inúmeras, e podem vir a trazer uma verdadeira melhoria da qualidade de vida e bem-estar dos pacientes. A aplicação da Engenharia de Tecidos e Células Estaminais à Medicina Dentária já não é uma utopia, mas uma realidade. O objetivo desta revisão de literatura é abordar o estado atual da Bioengenharia de Tecidos e compreender de que forma esta área poderá ser aplicada aos campos clínicos da saúde oral. |
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