Publicação
O uso dos jogos na aula de E/LE
| Resumo: | Neste relatório abordar-se-á o recurso aos jogos na aquisição de novos conteúdos nas aulas de E/LE. Considerar-se-ão as razões pelas quais os jogos são uma poderosa e efetiva ferramenta na aprendizagem de uma língua estrangeira e apresentar-se-ão os diferentes tipos de jogos de aprendizagem que são habitualmente reconhecidos pelos seus aspetos motivadores e lúdicos. Numa primeira parte, apresentaremos as propostas de alguns teóricos cujo objeto de estudo tem sido os jogos na aula de E/LE, tendo por base o defendido por Ángeles Paredes Toral: “el alumno debe estar motivado para las clases, y uno de los recursos que se pueden utilizar para ese fin son los recursos lúdicos.” Começaremos por uma breve síntese das metodologias de ensino de línguas estrangeiras. Pretende-se mostrar os princípios que estão na base de certas metodologias, o papel do professor e do aluno e o papel dos jogos em cada uma delas, para justificar o recurso à Abordagem por Tarefas ao longo da unidade lecionada. Esta abordagem centra-se nos processos comunicativos (aprender uma língua estrangeira através da comunicação) e nos alunos. As tarefas aparecem como atividades centradas mais no significado que na forma linguística e “ implican a los aprendientes en la comprensión, manipulación, producción o interacción en la lengua metaʺ (Nunan, 2002: 10). Posteriormente, abordaremos a aquisição dessas mesmas línguas, apresentando o defendido por Krashen (Modelo do Monitor), Long (Hipótese da Interação) e Swain (hipótese do Output). E, finalmente apresentaremos os jogos como metodologia de ensino e como fonte de motivação, abordando as suas vantagens e desvantagens para, finalmente, selecionarmos os jogos ideais de acordo com os conteúdos lecionados. Tudo isto explorado tendo em conta o defendido por Fernández (1999): “Na abordagem comunicativa, os jogos têm um papel central na dinâmica de sala de aula, porque não se planificam como uma atividade para um momento de cansaço ou para passa um bom bocado, mas como objectivos claros e como o processo de aprendizagem, especialmente para testar a interação comunicativa na nova língua”. (Fernández, 1999: 11) (Tradução da autora) Numa segunda parte procederemos à descrição das estratégias utilizadas aquando da aplicação da unidade didática, numa turma de iniciação de 10.ºano, que será devidamente caracterizada e analisada, assim como a escola onde se desenvolveu o projeto. A terceira parte, apresentar-se-á a planificação da unidade didática construída dentro da abordagem comunicativa por tarefas, onde se integrarão os jogos. Na quinta, e última parte, analisar-se-ão os dados recolhidos, através da análise dos questionários realizados junto dos alunos após a lecionação da unidade. |
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| Autores principais: | Leitão, Cátia Madalena Madeira, 1979- |
| Assunto: | Jogos educativos Ensino da língua espanhola Motivação na educação Comunicação em educação Relatórios da prática de ensino supervisionada - 2013 |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste relatório abordar-se-á o recurso aos jogos na aquisição de novos conteúdos nas aulas de E/LE. Considerar-se-ão as razões pelas quais os jogos são uma poderosa e efetiva ferramenta na aprendizagem de uma língua estrangeira e apresentar-se-ão os diferentes tipos de jogos de aprendizagem que são habitualmente reconhecidos pelos seus aspetos motivadores e lúdicos. Numa primeira parte, apresentaremos as propostas de alguns teóricos cujo objeto de estudo tem sido os jogos na aula de E/LE, tendo por base o defendido por Ángeles Paredes Toral: “el alumno debe estar motivado para las clases, y uno de los recursos que se pueden utilizar para ese fin son los recursos lúdicos.” Começaremos por uma breve síntese das metodologias de ensino de línguas estrangeiras. Pretende-se mostrar os princípios que estão na base de certas metodologias, o papel do professor e do aluno e o papel dos jogos em cada uma delas, para justificar o recurso à Abordagem por Tarefas ao longo da unidade lecionada. Esta abordagem centra-se nos processos comunicativos (aprender uma língua estrangeira através da comunicação) e nos alunos. As tarefas aparecem como atividades centradas mais no significado que na forma linguística e “ implican a los aprendientes en la comprensión, manipulación, producción o interacción en la lengua metaʺ (Nunan, 2002: 10). Posteriormente, abordaremos a aquisição dessas mesmas línguas, apresentando o defendido por Krashen (Modelo do Monitor), Long (Hipótese da Interação) e Swain (hipótese do Output). E, finalmente apresentaremos os jogos como metodologia de ensino e como fonte de motivação, abordando as suas vantagens e desvantagens para, finalmente, selecionarmos os jogos ideais de acordo com os conteúdos lecionados. Tudo isto explorado tendo em conta o defendido por Fernández (1999): “Na abordagem comunicativa, os jogos têm um papel central na dinâmica de sala de aula, porque não se planificam como uma atividade para um momento de cansaço ou para passa um bom bocado, mas como objectivos claros e como o processo de aprendizagem, especialmente para testar a interação comunicativa na nova língua”. (Fernández, 1999: 11) (Tradução da autora) Numa segunda parte procederemos à descrição das estratégias utilizadas aquando da aplicação da unidade didática, numa turma de iniciação de 10.ºano, que será devidamente caracterizada e analisada, assim como a escola onde se desenvolveu o projeto. A terceira parte, apresentar-se-á a planificação da unidade didática construída dentro da abordagem comunicativa por tarefas, onde se integrarão os jogos. Na quinta, e última parte, analisar-se-ão os dados recolhidos, através da análise dos questionários realizados junto dos alunos após a lecionação da unidade. |
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