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Manifestações tardias da dengue : uma revisão narrativa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e endémica em mais de 100 países em todo mundo, tornando-se assim uma ameaça à saúde pública internacional. Esta doença é conhecida principalmente pela sua fase aguda, que consiste em sinais e sintomas como febre, cefaleias, mialgias, artralgias, exantema, anorexia, náuseas e vómitos. Além disso, a dengue pode progredir para manifestações severas de caráter hemorrágico, podendo resultar em febre hemorrágica da dengue e choque. Nas últimas décadas, observou-se que a dengue não apresenta apenas manifestações agudas, mas também sintomas a longo prazo, como fadiga, cefaleias, mialgias, artralgias, sonolência e alterações do foro psicológico, compatíveis com a síndrome de fadiga pós-infeciosa. Apesar de alguns destes sintomas serem comummente observados em zonas endémicas, ainda são poucos os estudos que abordam esta área da dengue, sendo assim um campo ainda negligenciado pela comunidade científica. O objetivo desta dissertação é realizar uma revisão narrativa da literatura já publicada nesta área, de modo a sistematizar aquilo que já é conhecido sobre os sintomas persistentes da dengue, abordando assim a incidência, a fisiopatologia, os fatores de risco e o impacto económico e da qualidade de vida dos indivíduos diagnosticados com dengue.
Autores principais:Ramos, Liane Rodrigues
Assunto:Dengue Sintomas persistentes Sintomas a longo prazo Síndrome de fadiga pós-infeciosa Doenças transmissíveis
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e endémica em mais de 100 países em todo mundo, tornando-se assim uma ameaça à saúde pública internacional. Esta doença é conhecida principalmente pela sua fase aguda, que consiste em sinais e sintomas como febre, cefaleias, mialgias, artralgias, exantema, anorexia, náuseas e vómitos. Além disso, a dengue pode progredir para manifestações severas de caráter hemorrágico, podendo resultar em febre hemorrágica da dengue e choque. Nas últimas décadas, observou-se que a dengue não apresenta apenas manifestações agudas, mas também sintomas a longo prazo, como fadiga, cefaleias, mialgias, artralgias, sonolência e alterações do foro psicológico, compatíveis com a síndrome de fadiga pós-infeciosa. Apesar de alguns destes sintomas serem comummente observados em zonas endémicas, ainda são poucos os estudos que abordam esta área da dengue, sendo assim um campo ainda negligenciado pela comunidade científica. O objetivo desta dissertação é realizar uma revisão narrativa da literatura já publicada nesta área, de modo a sistematizar aquilo que já é conhecido sobre os sintomas persistentes da dengue, abordando assim a incidência, a fisiopatologia, os fatores de risco e o impacto económico e da qualidade de vida dos indivíduos diagnosticados com dengue.