Publicação
Dissecando a dissecção carotídea : revisão e casuística
| Resumo: | As Dissecções Carotídeas constituem uma causa importante de AVC, especialmente nos jovens. Quanto à etiologia, podem classificar-se em traumáticas ou espontâneas admitindo-se, especialmente nestas últimas, que estejam subjacentes factores predisponentes variados, muitas vezes não identificados. As suas manifestações clínicas clássicas incluem dor cervical, facial ou cefálica, síndrome de Claude Bernard-Horner, paralisia de pares cranianos e manifestações cerebrais isquémicas, as quais podem ocorrer horas ou até dias depois da restante sintomatologia. Porém, ocorrem apresentações atípicas e a variabilidade temporal no surgimento de sintomas neurológicos ou inclusive a ausência destes, podem ser responsáveis pelo atraso ou mesmo omissão do seu diagnóstico. Este assenta, assim, no elevado grau de suspeição clínica e na sua confirmação por meios complementares de imagem, realizados em tempo oportuno, que podem passar por Eco-Doppler carotídeo, angiografia ou os métodos mais recentes de angio-TC e angio-RM e, actualmente considerada o exame de 1ª linha, a RM com supressão de gordura. Neste trabalho apresentamos uma revisão da literatura, acompanhada de uma casuística de doentes internados no Serviço de Neurologia do Hospital de Santa Maria, com destaque para as suas formas de apresentação. |
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| Autores principais: | Martins, Hugo Filipe Mota Dória |
| Assunto: | Dissecação Artérias carótidas Acidente vascular cerebral |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As Dissecções Carotídeas constituem uma causa importante de AVC, especialmente nos jovens. Quanto à etiologia, podem classificar-se em traumáticas ou espontâneas admitindo-se, especialmente nestas últimas, que estejam subjacentes factores predisponentes variados, muitas vezes não identificados. As suas manifestações clínicas clássicas incluem dor cervical, facial ou cefálica, síndrome de Claude Bernard-Horner, paralisia de pares cranianos e manifestações cerebrais isquémicas, as quais podem ocorrer horas ou até dias depois da restante sintomatologia. Porém, ocorrem apresentações atípicas e a variabilidade temporal no surgimento de sintomas neurológicos ou inclusive a ausência destes, podem ser responsáveis pelo atraso ou mesmo omissão do seu diagnóstico. Este assenta, assim, no elevado grau de suspeição clínica e na sua confirmação por meios complementares de imagem, realizados em tempo oportuno, que podem passar por Eco-Doppler carotídeo, angiografia ou os métodos mais recentes de angio-TC e angio-RM e, actualmente considerada o exame de 1ª linha, a RM com supressão de gordura. Neste trabalho apresentamos uma revisão da literatura, acompanhada de uma casuística de doentes internados no Serviço de Neurologia do Hospital de Santa Maria, com destaque para as suas formas de apresentação. |
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