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Arquitetura que não constrói paisagem : arquitetura camuflada para o Centro de Investigação Marinha na 8ª Bateria Militar, em Setúbal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Para responder às condições especificas do estuário do Sado e da Serra da Arrábida, onde ainda existe um respeito pela riqueza ecológica e histórica da região, proponho um novo edificío na 8ª Bateria Militar de Albarquel, em que as linhas do desenho usam a ideia de camuflagem como arquitetura através da utilização de materiais locais e formas que se fundem com a paisagem, com ênfase no respeito pela natureza. Proponho um Centro de Investigação Marinha com o conhecimento, como mote, abordando a necessidade de integração da arquitetura com o território e o ambiente natural. Integrando suavemente o edifício no terreno e respeitando a topografia, a sua leve estrutura, com coberturas verdes e fachadas envidraçadas, reforça a relação com a natureza, permitindo a transparência e a fluidez visual entre o interior e o exterior. Enquanto elemento fundamental na valorização da paisagem e da qualidade de vida, a arquitetura, pode criar um vínculo entre o passado e o futuro. Desta forma o trabalho visa a construção de espaços de investigação, mas igualmente espaços de convivência, educação e preservação ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região.
Autores principais:Amaro,Beatriz da Silva
Assunto:Camouflage 8th Battery of Albarquel Research Center Landscape Green Roof Camuflagem 8ª Bateria de Albarquel Centro de Investigação Paisagem Cobertura Verde
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Para responder às condições especificas do estuário do Sado e da Serra da Arrábida, onde ainda existe um respeito pela riqueza ecológica e histórica da região, proponho um novo edificío na 8ª Bateria Militar de Albarquel, em que as linhas do desenho usam a ideia de camuflagem como arquitetura através da utilização de materiais locais e formas que se fundem com a paisagem, com ênfase no respeito pela natureza. Proponho um Centro de Investigação Marinha com o conhecimento, como mote, abordando a necessidade de integração da arquitetura com o território e o ambiente natural. Integrando suavemente o edifício no terreno e respeitando a topografia, a sua leve estrutura, com coberturas verdes e fachadas envidraçadas, reforça a relação com a natureza, permitindo a transparência e a fluidez visual entre o interior e o exterior. Enquanto elemento fundamental na valorização da paisagem e da qualidade de vida, a arquitetura, pode criar um vínculo entre o passado e o futuro. Desta forma o trabalho visa a construção de espaços de investigação, mas igualmente espaços de convivência, educação e preservação ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região.