Publicação
O autor e a obra nas adaptações infantis dos clássicos da literatura
| Resumo: | A presente dissertação visa, num primeiro momento, analisar, meditando também da sua pertinência, os motivos por que se crê que o público leitor infantil deve ler adaptações infantis de clássicos da literatura, e argumentar a hipótese da sua leitura dos clássicos a partir dos textos originais. No segundo e no terceiro capítulos, procura expor os problemas que as adaptações infantis de obras literárias consagradas levantam, no âmbito da teoria da literatura e em termos legais, ao nível do autor do texto particular em que resultam e quanto à persistência do clássico nesse texto particular votado à leitura infantil. A conclusão propõe ao trabalho do adaptador uma emancipação recriativa, que lhe permita assinar a sua adaptação e o leve a gerar na criança, aquando da leitura do seu texto, um factor de insatisfação que assegure com um maior alcance, e num diálogo vivo entre adaptação e clássico, a posterior leitura do clássico ele mesmo. |
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| Autores principais: | Pires, Susana Rodrigues |
| Assunto: | Literatura juvenil Adaptações literárias Autoria Teses de mestrado - 2010 |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A presente dissertação visa, num primeiro momento, analisar, meditando também da sua pertinência, os motivos por que se crê que o público leitor infantil deve ler adaptações infantis de clássicos da literatura, e argumentar a hipótese da sua leitura dos clássicos a partir dos textos originais. No segundo e no terceiro capítulos, procura expor os problemas que as adaptações infantis de obras literárias consagradas levantam, no âmbito da teoria da literatura e em termos legais, ao nível do autor do texto particular em que resultam e quanto à persistência do clássico nesse texto particular votado à leitura infantil. A conclusão propõe ao trabalho do adaptador uma emancipação recriativa, que lhe permita assinar a sua adaptação e o leve a gerar na criança, aquando da leitura do seu texto, um factor de insatisfação que assegure com um maior alcance, e num diálogo vivo entre adaptação e clássico, a posterior leitura do clássico ele mesmo. |
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