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O alargamento da União Europeia: principais implicações na indústria portuguesa de moldes face à adesão da polónia, da Hungria e da República Checa

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Resumo:A União Europeia está prestes a efectuar um novo alargamento. Um longo percurso, iniciado há muito pelos dez países que em 2004 irão fazer parte da União Europeia. E um desafio para fazermos melhor, para melhorarmos a nossa eficiência, com objectivos que englobam o crescimento sustentado, a capacidade competitiva e a produtividade. O alargamento afectara Portugal seguramente um vasto conjunto de actividades económicas, pelo que o sector dos moldes não será excepção, embora marcado por uma forte componente de exportação e um assinalável carácter inovador. Com efeito, ao longodas diversas décadas, a indústria dos moldes tem procurado encontrar novas formas de competitividade, novas estratégias, que lhe permitam fazer face a um ambiente concorrencial crescentemente competitivo. Pautando-se a UE como local privilegiado de destino das exportações do sector de actividade cm estudo, o alargamento comporta por si um conjunto de ameaças de relevo, as quais tem origem, principalmente, nos países que entre os candidatos se apresentam com maior potencial por disputar os mercados que no seio da união se revelam como de maior potencial para a expansão da indústria nacional. Então, neste caso, três dos países que irão entrar em 2004, a Polónia, a Hungria c a República Checa, os quais por esta razão serão objecto de análise neste trabalho. O presente estudo visa caracterizar a indústria dos moldes nestes países, de forma a perspectivar um novo posicionamento da indústria dos moldes portuguesa, num conjunto de mercados específicos, propondo estratégias que conduzam não só à manutenção nos mercados da União, como também à sua expansão sem descurar opções alternativas de atenção.
Autores principais:Pereira, Sofia Pedroso
Assunto:União Europeia Indústria de Moldes Estratégia Competitividade Produtividade Alargamento Europcan Union Mould Industry Strategy Competitivity Productivity enlargement
Ano:2003
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A União Europeia está prestes a efectuar um novo alargamento. Um longo percurso, iniciado há muito pelos dez países que em 2004 irão fazer parte da União Europeia. E um desafio para fazermos melhor, para melhorarmos a nossa eficiência, com objectivos que englobam o crescimento sustentado, a capacidade competitiva e a produtividade. O alargamento afectara Portugal seguramente um vasto conjunto de actividades económicas, pelo que o sector dos moldes não será excepção, embora marcado por uma forte componente de exportação e um assinalável carácter inovador. Com efeito, ao longodas diversas décadas, a indústria dos moldes tem procurado encontrar novas formas de competitividade, novas estratégias, que lhe permitam fazer face a um ambiente concorrencial crescentemente competitivo. Pautando-se a UE como local privilegiado de destino das exportações do sector de actividade cm estudo, o alargamento comporta por si um conjunto de ameaças de relevo, as quais tem origem, principalmente, nos países que entre os candidatos se apresentam com maior potencial por disputar os mercados que no seio da união se revelam como de maior potencial para a expansão da indústria nacional. Então, neste caso, três dos países que irão entrar em 2004, a Polónia, a Hungria c a República Checa, os quais por esta razão serão objecto de análise neste trabalho. O presente estudo visa caracterizar a indústria dos moldes nestes países, de forma a perspectivar um novo posicionamento da indústria dos moldes portuguesa, num conjunto de mercados específicos, propondo estratégias que conduzam não só à manutenção nos mercados da União, como também à sua expansão sem descurar opções alternativas de atenção.