Publicação

Fluxo [in (di)visível]

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Presentemente, o território da cidade de Lisboa não se encontra consolidado, consequência direta do abandono industrial nas zonas periféricas, nomeadamente em Marvila. Neste corte do fluxo arquitetónico entre o centro, Baixa Pombalina, e o limite da cidade, Expo, localizamos as antigas oficinas Francisco Baptista Russo & Irmão. É intensão, com a pesquisa, solucionar a descontinuidade descrita, objetivando a uniformização do espaço citadino. Para este fim, a escolha de referências abrange as diferentes ramificações da arte, Arquitetura, Pintura, Escultura e Literatura, de modo a estruturar uma base sólida de conhecimento para posterior implementação projetual. O fluxo é tido como conceito guia para este trabalho final de mestrado. As variantes deste conceito passam pelo fluxo automóvel, fluxo de pessoas no interior do edifício e o fluxo arquitetónico, direcionado para a morfologia do edifício como elemento construtivo. No âmbito da reabilitação das oficinas Baptista Russo, é pretendido propor o encastramento de um corpo arquitetónico novo no monte adjacente, antiga Quinta do Desterro. Este intenciona o aumento do impacto visual da fábrica no local, funcionando como culto do transporte, automóvel. Luz, forma, escala e tempo formalizam um conjunto de elementos fundamentais na perceção da Arquitetura. A vertente sensorial intrínseca nesta arte ganha protagonismo na construção da organização do documento para a priori aplicação na espacialidade do museu. A noção de visível, invisível, divisível e indivisível serve de explicação para o entendimento do código interno da cidade e da Arquitetura.
Autores principais:Sousa, Eduardo José Medina de
Assunto:Fluxo Reabilitação industrial Sentidos Visível culto Transporte Flow Industrial rehabilitation Senses Visible cult Transport
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Presentemente, o território da cidade de Lisboa não se encontra consolidado, consequência direta do abandono industrial nas zonas periféricas, nomeadamente em Marvila. Neste corte do fluxo arquitetónico entre o centro, Baixa Pombalina, e o limite da cidade, Expo, localizamos as antigas oficinas Francisco Baptista Russo & Irmão. É intensão, com a pesquisa, solucionar a descontinuidade descrita, objetivando a uniformização do espaço citadino. Para este fim, a escolha de referências abrange as diferentes ramificações da arte, Arquitetura, Pintura, Escultura e Literatura, de modo a estruturar uma base sólida de conhecimento para posterior implementação projetual. O fluxo é tido como conceito guia para este trabalho final de mestrado. As variantes deste conceito passam pelo fluxo automóvel, fluxo de pessoas no interior do edifício e o fluxo arquitetónico, direcionado para a morfologia do edifício como elemento construtivo. No âmbito da reabilitação das oficinas Baptista Russo, é pretendido propor o encastramento de um corpo arquitetónico novo no monte adjacente, antiga Quinta do Desterro. Este intenciona o aumento do impacto visual da fábrica no local, funcionando como culto do transporte, automóvel. Luz, forma, escala e tempo formalizam um conjunto de elementos fundamentais na perceção da Arquitetura. A vertente sensorial intrínseca nesta arte ganha protagonismo na construção da organização do documento para a priori aplicação na espacialidade do museu. A noção de visível, invisível, divisível e indivisível serve de explicação para o entendimento do código interno da cidade e da Arquitetura.