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Prevenção da perda auditiva nos músicos e sintomas associados

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os músicos estão expostos frequentemente a níveis de pressão sonora potencialmente danificadores. Como tal, são uma população de risco para o desenvolvimento de perda auditiva induzida por ruído, acufenos, hiperacusia, distorção, diplacusia. Dois factores que influenciam o seu desenvolvimento são a duração e intensidade de exposição. No entanto, a susceptibilidade individual desempanha um papel fundamental. Estes sintomas podem ter um impacto negativo na vida pessoal mas também a nível profissional. Apesar do aumento de preocupação e divulgação do problema, continua a existir falta de aplicação de medidas preventivas. Os músicos deveriam ser educados sobre os sintomas que podem desenvolver e as medidas que podem tomar, assim como ter acesso facilitado a avaliações auditivas frequentes. Formações sobre este tema deveriam ser incluidas pelo menos nos cursos de música podendo ser disponibilizadas para outros músicos. Novos métodos de screening nomeadamente emissões otoacústicas e audiograma de altas frequências associados a audiograma de tons puros podiam ser aplicados para documentar dano precoce e monitorizar alterações a longo prazo.
Autores principais:Franco, Sara Sofia Cardoso
Assunto:Músicos Perda auditiva Acufenos Hiperacusia Medicina preventiva Otorrinolaringologia
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os músicos estão expostos frequentemente a níveis de pressão sonora potencialmente danificadores. Como tal, são uma população de risco para o desenvolvimento de perda auditiva induzida por ruído, acufenos, hiperacusia, distorção, diplacusia. Dois factores que influenciam o seu desenvolvimento são a duração e intensidade de exposição. No entanto, a susceptibilidade individual desempanha um papel fundamental. Estes sintomas podem ter um impacto negativo na vida pessoal mas também a nível profissional. Apesar do aumento de preocupação e divulgação do problema, continua a existir falta de aplicação de medidas preventivas. Os músicos deveriam ser educados sobre os sintomas que podem desenvolver e as medidas que podem tomar, assim como ter acesso facilitado a avaliações auditivas frequentes. Formações sobre este tema deveriam ser incluidas pelo menos nos cursos de música podendo ser disponibilizadas para outros músicos. Novos métodos de screening nomeadamente emissões otoacústicas e audiograma de altas frequências associados a audiograma de tons puros podiam ser aplicados para documentar dano precoce e monitorizar alterações a longo prazo.