Publicação
Expressões de medo no Antigo Egipto
| Resumo: | Durante milhares de anos de evolução, o ser humano foi desenvolvendo as dimensões biológica e psicológica com que atingiu o presente estado de evolução. Nesse processo, o medo adquiriu uma profunda importância, tornando-se uma das emoções (palavra derivada do vocábulo latino emovere, onde e, variante de ex, significa «fora», e movere, «movimento»), mais influentes, dominantes e motivadoras de comportamentos humanos. A subjectividade que reconhecidamente está inerente a todo o processo, acaba, no entanto, por se objectivar em imagens, construções e conceitos reais, alguns com uma ancestralidade considerável, outros resultando das condições materiais, naturais, políticas e sociais a que os seres humanos estão submetidos. Seguindo as fontes legadas, artísticas e literárias, vemos que os antigos Egípcios tinham medo de vários elementos. Desde certas situações do quotidiano (como o contacto com determinados animais, ou armas), a outras mais políticas e existenciais (como o faraó, ou a morte), os antigos Egípcios criaram estruturas que integravam, explicavam e faziam prever esses momentos, procurando amenizar (ou tornar funcionais), os efeitos potencialmente nocivos do medo. |
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| Autores principais: | Camacho, João Carlos Orta |
| Assunto: | Teses de mestrado - 2014 Medo - Egipto - Antiguidade Medo - Sociologia - Egipto - Antiguidade Egipto - Usos e costumes - Antiguidade Teses de mestrado - 2014 |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Durante milhares de anos de evolução, o ser humano foi desenvolvendo as dimensões biológica e psicológica com que atingiu o presente estado de evolução. Nesse processo, o medo adquiriu uma profunda importância, tornando-se uma das emoções (palavra derivada do vocábulo latino emovere, onde e, variante de ex, significa «fora», e movere, «movimento»), mais influentes, dominantes e motivadoras de comportamentos humanos. A subjectividade que reconhecidamente está inerente a todo o processo, acaba, no entanto, por se objectivar em imagens, construções e conceitos reais, alguns com uma ancestralidade considerável, outros resultando das condições materiais, naturais, políticas e sociais a que os seres humanos estão submetidos. Seguindo as fontes legadas, artísticas e literárias, vemos que os antigos Egípcios tinham medo de vários elementos. Desde certas situações do quotidiano (como o contacto com determinados animais, ou armas), a outras mais políticas e existenciais (como o faraó, ou a morte), os antigos Egípcios criaram estruturas que integravam, explicavam e faziam prever esses momentos, procurando amenizar (ou tornar funcionais), os efeitos potencialmente nocivos do medo. |
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