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Smart cities

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Resumo:O desenvolvimento sucessivo de Cidades Inteligentes pelo mundo, tem criado uma atitude negativa e prejudicial que resulta na dificuldade de atração de habitantes para estes espaços. As novas tecnologias não são suficientemente impulsionadoras para garantir uma taxa de adoção sustentável dentro destas novas cidades. O conceito de Cidades Inteligentes Climáticas visam resolver esta questão tendo em conta aspectos relacionados na base da habitabilidade e da sustentabilidade. Enquanto o papel da arquitetura nas Cidades Inteligentes Climáticas é ainda mais importante do que Cidades Inteligentes, os princípios que se encontram subjacentes na sua concepção e, em última instância, no seu sucesso, não foram ainda sistematicamente estudados e avaliadas. Este trabalho sistematiza e valida as necessidades de Cidades Inteligentes Climáticas e propõe um conjunto de princípios para a sua planificação, concepção e manutenção. As necessidades foram validadas com os casos de estudo da cidade de ‘Songdo City’ em Incheon, na Coreia do Sul, em Ulaanbaatar na Mongólia e em Minsk na Bielorrúsia. Com a definição dos princípios orientadores subjacentes à concepção de Cidades Inteligentes Climáticas, o quadro proposto permitirá que arquitetos, engenheiros, governos, e organizações internacionais afiram soluções a serem implementadas mundialmente. Estes princípios podem ser facilmente implementados em intervenções em cidades europeias, nas cidades emergentes e, em países subdesenvolvidos que estão sujeitos a um mau planeamento estratégico.
Autores principais:Oliveira, Ana Cláudia de
Assunto:Cidades inteligentes climáticas Cidades inteligentes Arquitetura verde Sustentabilidade Bairros criativos Climate smart cities Smart cities Green architecture Sustainability Neighborhood creativity
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O desenvolvimento sucessivo de Cidades Inteligentes pelo mundo, tem criado uma atitude negativa e prejudicial que resulta na dificuldade de atração de habitantes para estes espaços. As novas tecnologias não são suficientemente impulsionadoras para garantir uma taxa de adoção sustentável dentro destas novas cidades. O conceito de Cidades Inteligentes Climáticas visam resolver esta questão tendo em conta aspectos relacionados na base da habitabilidade e da sustentabilidade. Enquanto o papel da arquitetura nas Cidades Inteligentes Climáticas é ainda mais importante do que Cidades Inteligentes, os princípios que se encontram subjacentes na sua concepção e, em última instância, no seu sucesso, não foram ainda sistematicamente estudados e avaliadas. Este trabalho sistematiza e valida as necessidades de Cidades Inteligentes Climáticas e propõe um conjunto de princípios para a sua planificação, concepção e manutenção. As necessidades foram validadas com os casos de estudo da cidade de ‘Songdo City’ em Incheon, na Coreia do Sul, em Ulaanbaatar na Mongólia e em Minsk na Bielorrúsia. Com a definição dos princípios orientadores subjacentes à concepção de Cidades Inteligentes Climáticas, o quadro proposto permitirá que arquitetos, engenheiros, governos, e organizações internacionais afiram soluções a serem implementadas mundialmente. Estes princípios podem ser facilmente implementados em intervenções em cidades europeias, nas cidades emergentes e, em países subdesenvolvidos que estão sujeitos a um mau planeamento estratégico.