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Comparação da influência da dimensão das aberturas coronárias na resistência à fratura

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: Este estudo in vitro pretende avaliar se o tamanho das aberturas coronárias, influencia a resistência do dente à compressão, bem como avaliar a sua restaurabilidade após fratura. Materiais e Métodos: 40 pré-molares íntegros e hígidos foram divididos aleatoriamente em 2 grupos: Grupo A - aberturas coronárias convencionais (ACC), Grupo B - aberturas coronárias ultraconservadoras (ACU). Após medição de todas as peças dentárias foram executadas as abertura coronária e montagem em resina acrílica de forma normalizada. Os espécimes foram armazenados a 37ºC durante 24 horas, em estufa, sendo posteriormente sujeitos a cargas de compressão contínuas (máquina de testes universal- Instron 4500) com com uma célula de carga de 1000N e uma velocidade de 1mm/min. Os valores de resistência à compressão foram comparados com um teste não paramétrico de Wilcoxon-Mann-Whitney, e a restaurabilidade das peças dentárias foi analisada com o teste não paramétrico de Qui-quadrado. O nível de significância foi estabelecido a 0,05. Resultados: Não se encontraram diferenças nas médias das dimensões dos dentes entre os dois grupos experimentais. Os valores de resistência à fratura após compressão foram significativamente mais elevados nos espécimes do Grupo B (p<0,05). A restaurabilidade foi de 100% no grupo B (ACU) e apenas 66,6% no grupo A (ACC). Da análise da capacidade de restaurabilidade verificou-se que todos os espécimes do grupo B foram considerados como restauráveis, o que foi estatisticamente diferente do grupo A (p<0,05). Conclusões: De acordo com este estudo in vitro os espécimes com abertura coronária ultraconservadora apresentam valores de resistência à fratura após compressão mais elevados assim como maior restaurabilidade do que os espécimes com abertura coronária convencional.
Autores principais:Morais, João Gil Lima Baia e Messias de
Assunto:Endodontia Restauração dentária Coroas dentárias Teses de mestrado - 2017
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivo: Este estudo in vitro pretende avaliar se o tamanho das aberturas coronárias, influencia a resistência do dente à compressão, bem como avaliar a sua restaurabilidade após fratura. Materiais e Métodos: 40 pré-molares íntegros e hígidos foram divididos aleatoriamente em 2 grupos: Grupo A - aberturas coronárias convencionais (ACC), Grupo B - aberturas coronárias ultraconservadoras (ACU). Após medição de todas as peças dentárias foram executadas as abertura coronária e montagem em resina acrílica de forma normalizada. Os espécimes foram armazenados a 37ºC durante 24 horas, em estufa, sendo posteriormente sujeitos a cargas de compressão contínuas (máquina de testes universal- Instron 4500) com com uma célula de carga de 1000N e uma velocidade de 1mm/min. Os valores de resistência à compressão foram comparados com um teste não paramétrico de Wilcoxon-Mann-Whitney, e a restaurabilidade das peças dentárias foi analisada com o teste não paramétrico de Qui-quadrado. O nível de significância foi estabelecido a 0,05. Resultados: Não se encontraram diferenças nas médias das dimensões dos dentes entre os dois grupos experimentais. Os valores de resistência à fratura após compressão foram significativamente mais elevados nos espécimes do Grupo B (p<0,05). A restaurabilidade foi de 100% no grupo B (ACU) e apenas 66,6% no grupo A (ACC). Da análise da capacidade de restaurabilidade verificou-se que todos os espécimes do grupo B foram considerados como restauráveis, o que foi estatisticamente diferente do grupo A (p<0,05). Conclusões: De acordo com este estudo in vitro os espécimes com abertura coronária ultraconservadora apresentam valores de resistência à fratura após compressão mais elevados assim como maior restaurabilidade do que os espécimes com abertura coronária convencional.