Publicação
As infraestruturas tecnológicas no "sistema de inovação" em Portugal.
| Resumo: | Estamos perante um "mundo novo", onde se destaca o elevado ritmo de mudança e a crescente importância do imaterial. É neste contexto que pode ser analisada a evolução das políticas públicas de I&DT, a nível europeu, de acordo com diferentes fases; os anos 60, que se caracterizam pela fraca coordenação entre as políticas científica e industrial; os anos 70, onde se afirma uma autêntica política de inovação; e, por fim, os anos 80 onde emerge a noção de política de desenvolvimento tecnológico ou política de inovação estratégica. Neste âmbito, surge o conceito de 'Sistema Nacional de Inovação' considerado como o enquadramento adequado para a definição das políticas públicas e para a actuação dos diferentes actores do processo de inovação. Reconhece-se, assim, a importância da interacção entre as diversas políticas, projectos, instituições e agentes envolvidos na área da Ciência e Tecnologia, o que apela à criação de instituições intermediárias ou de interface universidade-indústria. Em Portugal, apesar do desfasamento temporal em relação ao resto da Europa e das suas especificidades pofitico-institucionais, esta preocupação surge "pós-1986" e, principalmente, a partir dos anos 90 com a criação das Infraestmturas Tecnológicas no âmbito do PEDEP e, subsidiariamente, dos outros programas operacionais da CE. No modelo de IT proposto podemos diferenciar cinco dimensões básicas: as competências, o financiamento, os utilizadores, as actividades e as ligações ao exterior (rede). Estas irão servir de base à realização do estudo empírico - inquérito por questionário/entrevista - a realizar a uma amostra de TTs apoiadas no âmbito do PEDIP; os Centros Tecnológicos, os Institutos de Novas Tecnologias e os Centros de Transferência Tecnológica. |
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| Autores principais: | Selada, Catarina Varela Anastácio Baptista |
| Assunto: | Política C&T Sistema Nacional de Inovação Relações Universidade-indústria Infraestrutura Tecnológica Portugal S&T Policy National System of Innovation University-Industry Relahonships Technological Infrastructure |
| Ano: | 1997 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Estamos perante um "mundo novo", onde se destaca o elevado ritmo de mudança e a crescente importância do imaterial. É neste contexto que pode ser analisada a evolução das políticas públicas de I&DT, a nível europeu, de acordo com diferentes fases; os anos 60, que se caracterizam pela fraca coordenação entre as políticas científica e industrial; os anos 70, onde se afirma uma autêntica política de inovação; e, por fim, os anos 80 onde emerge a noção de política de desenvolvimento tecnológico ou política de inovação estratégica. Neste âmbito, surge o conceito de 'Sistema Nacional de Inovação' considerado como o enquadramento adequado para a definição das políticas públicas e para a actuação dos diferentes actores do processo de inovação. Reconhece-se, assim, a importância da interacção entre as diversas políticas, projectos, instituições e agentes envolvidos na área da Ciência e Tecnologia, o que apela à criação de instituições intermediárias ou de interface universidade-indústria. Em Portugal, apesar do desfasamento temporal em relação ao resto da Europa e das suas especificidades pofitico-institucionais, esta preocupação surge "pós-1986" e, principalmente, a partir dos anos 90 com a criação das Infraestmturas Tecnológicas no âmbito do PEDEP e, subsidiariamente, dos outros programas operacionais da CE. No modelo de IT proposto podemos diferenciar cinco dimensões básicas: as competências, o financiamento, os utilizadores, as actividades e as ligações ao exterior (rede). Estas irão servir de base à realização do estudo empírico - inquérito por questionário/entrevista - a realizar a uma amostra de TTs apoiadas no âmbito do PEDIP; os Centros Tecnológicos, os Institutos de Novas Tecnologias e os Centros de Transferência Tecnológica. |
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