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Redes empresariais: o caso das agências de meios

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Numa economia informacional cada vez mais globalizada, as organizações vêem-se obrigadas a alterar os seus modelos estruturais de modo a responderem a esta evolução em ritmo crescente. As redes empresariais são uma das formas mais recentes e mais complexas de estruturação que se verifica ao nível inter-organizacional, permitindo o acesso a outros recursos económicos, a mais e melhores competências e a novos mercados. No entanto, as alterações não se confinam ao exterior das organizações, estas vêem-se também obrigadas a repensarem as suas configurações estruturais ao nível interno. Da empresa integrada verticalmente predominante até aos anos 70, ao momento actual, passando pela desintegração vertical e pelo recurso ao outsourcing em muitas áreas, as organizações reinventam-se para conseguirem sobreviver. O sector publicitário tem sido igualmente objecto destas profundas mutações, particularmente num contexto de forte globalização dos mercados. Apesar da pequena dimensão do mercado português, quando comparado com outros países europeus como o Reino Unido, a França ou a Alemanha, as reacções a este clima de instabilidade surgiram em simultâneo. Também as empresas deste sector, em particular as agências de meios, se viram obrigadas a repensar o seu modelo de negócio. Estas empresas assistiram, nos últimos anos, a reduções drásticas nas suas margens, fruto de diversas alterações do mercado, necessitando de adoptar medidas como a flexibilização das suas estruturas organizacionais e a organização em redes. Esta investigação explora o panorama actual das agências de meios, analisando os fenómenos descritos e os principais motivos que os originaram, no sentido de compreender estas alterações e de tentar perspectivar as tendências evolutivas destas empresas.
Autores principais:Caetano, Frederico Miguel Santos
Assunto:sector publicitário publicidade agência de meios redes organizacionais redes empresariais estruturas organizacionais advertising sector advertising media agencies organizational networks organizational structures
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Numa economia informacional cada vez mais globalizada, as organizações vêem-se obrigadas a alterar os seus modelos estruturais de modo a responderem a esta evolução em ritmo crescente. As redes empresariais são uma das formas mais recentes e mais complexas de estruturação que se verifica ao nível inter-organizacional, permitindo o acesso a outros recursos económicos, a mais e melhores competências e a novos mercados. No entanto, as alterações não se confinam ao exterior das organizações, estas vêem-se também obrigadas a repensarem as suas configurações estruturais ao nível interno. Da empresa integrada verticalmente predominante até aos anos 70, ao momento actual, passando pela desintegração vertical e pelo recurso ao outsourcing em muitas áreas, as organizações reinventam-se para conseguirem sobreviver. O sector publicitário tem sido igualmente objecto destas profundas mutações, particularmente num contexto de forte globalização dos mercados. Apesar da pequena dimensão do mercado português, quando comparado com outros países europeus como o Reino Unido, a França ou a Alemanha, as reacções a este clima de instabilidade surgiram em simultâneo. Também as empresas deste sector, em particular as agências de meios, se viram obrigadas a repensar o seu modelo de negócio. Estas empresas assistiram, nos últimos anos, a reduções drásticas nas suas margens, fruto de diversas alterações do mercado, necessitando de adoptar medidas como a flexibilização das suas estruturas organizacionais e a organização em redes. Esta investigação explora o panorama actual das agências de meios, analisando os fenómenos descritos e os principais motivos que os originaram, no sentido de compreender estas alterações e de tentar perspectivar as tendências evolutivas destas empresas.