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Modelos econométricos de classificação de rating

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Resumo:Com a evolução constante dos mercados financeiros, o permanente aumento em número e complexidade dos produtos e perante o desejo efémero de se obterem os melhores resultados com a menor exposição possível ao risco, torna-se fundamental conhecer o mercado de forma a capturar, da forma mais rigorosa possível, os riscos incorridos. Neste contexto, é fundamental conhecer os intervenientes nos mercados financeiros, e hierarquiza-los de forma objectiva, de forma a assumir confiança baseada em risco, aumentando exposição perante intervenientes “bem vistos” e diminuindo-a perante aqueles de estabilidade “duvidosa”. Nesse aspecto, as agências de rating desenvolvem um papel fundamental. Empresas como Moody’s, Standard & Poor’s e Fitch, ao classificarem os principais intervenientes de mercado, estabelecem uma proxy de risco – o rating – que permite que os agentes de mercado (investidores, banca ou entidades de supervisão) possam sustentar as suas intervenções. No entanto, existe uma lacuna no trabalho desenvolvido pelas agências de classificação que constitui um entrave à realização da maioria das análises: a fórmula de classificação utilizada por essas agências não é divulgada e, adicionalmente, apenas as empresas de maior dimensão são classificadas. Assim, perante a inexistência de uma fórmula que permita classificar qualquer entidade do mercado, propõe-se estimar um modelo que, com base numa amostra, e mediante uma série de indicadores e critérios estatísticos rigorosos, consiga captar os principais efeitos que determinam a atribuição de rating de Instituições Financeiras.
Autores principais:Silva, Davide José Henriques da, 1983-
Assunto:Instituição financeira Rating Regressão logística Teses de mestrado - 2011
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Com a evolução constante dos mercados financeiros, o permanente aumento em número e complexidade dos produtos e perante o desejo efémero de se obterem os melhores resultados com a menor exposição possível ao risco, torna-se fundamental conhecer o mercado de forma a capturar, da forma mais rigorosa possível, os riscos incorridos. Neste contexto, é fundamental conhecer os intervenientes nos mercados financeiros, e hierarquiza-los de forma objectiva, de forma a assumir confiança baseada em risco, aumentando exposição perante intervenientes “bem vistos” e diminuindo-a perante aqueles de estabilidade “duvidosa”. Nesse aspecto, as agências de rating desenvolvem um papel fundamental. Empresas como Moody’s, Standard & Poor’s e Fitch, ao classificarem os principais intervenientes de mercado, estabelecem uma proxy de risco – o rating – que permite que os agentes de mercado (investidores, banca ou entidades de supervisão) possam sustentar as suas intervenções. No entanto, existe uma lacuna no trabalho desenvolvido pelas agências de classificação que constitui um entrave à realização da maioria das análises: a fórmula de classificação utilizada por essas agências não é divulgada e, adicionalmente, apenas as empresas de maior dimensão são classificadas. Assim, perante a inexistência de uma fórmula que permita classificar qualquer entidade do mercado, propõe-se estimar um modelo que, com base numa amostra, e mediante uma série de indicadores e critérios estatísticos rigorosos, consiga captar os principais efeitos que determinam a atribuição de rating de Instituições Financeiras.