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Da memória dos banhos romanos às novas arquiteturas termais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Seria a civilização romana a contribuir para a evolução da prática dos banhos, constituindo o início de uma cultura termal que veio perdurar até aos dias de hoje sob o conceito de termalismo. Atualmente, como parte integrante do setor da saúde e bem-estar, veio cada vez mais responder aos interesses e às necessidades de uma sociedade que procura a evasão em relação ao ritmo quotidiano acelerado. Presenciam-se novas tendências, práticas e exigências, e com isto, uma adaptação dos lugares termais existentes e a constituição de uma arquitetura termal contemporânea. O presente estudo pretende analisar a evolução histórica e arquitetónica do termalismo, ao nível internacional e nacional, e compreender quais os elementos que constituem o microcosmo termal. Porém, toma-se como foco principal compreender de que modo se pode dar continuidade à memória e à identidade dos banhos romanos – cerne da prática termal –, para promover o termalismo atual. Partindo desta premissa, toma-se como objeto de estudo a Quinta das Janelas, em Óbidos. Pela existência de uma nascente termal e a sua proximidade a umas termas romanas, representa um caso ideal para responder às questões anteriormente referidas e para a constituição de um novo núcleo termal. Com a proposta de uma estância termal, abordada no último capítulo, procura-se explorar um novo tipo de termalismo a partir da reinterpretação e reinvenção dos banhos romanos, com base numa linguagem arquitetónica contemporânea, evocando as raízes de uma prática ancestral
Autores principais:Bandeiras, Laila Patrícia Westerhout
Assunto:Memória Termalismo Banhos romanos Património Quinta das Janelas Memory Termalism Roman baths Heritage
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Seria a civilização romana a contribuir para a evolução da prática dos banhos, constituindo o início de uma cultura termal que veio perdurar até aos dias de hoje sob o conceito de termalismo. Atualmente, como parte integrante do setor da saúde e bem-estar, veio cada vez mais responder aos interesses e às necessidades de uma sociedade que procura a evasão em relação ao ritmo quotidiano acelerado. Presenciam-se novas tendências, práticas e exigências, e com isto, uma adaptação dos lugares termais existentes e a constituição de uma arquitetura termal contemporânea. O presente estudo pretende analisar a evolução histórica e arquitetónica do termalismo, ao nível internacional e nacional, e compreender quais os elementos que constituem o microcosmo termal. Porém, toma-se como foco principal compreender de que modo se pode dar continuidade à memória e à identidade dos banhos romanos – cerne da prática termal –, para promover o termalismo atual. Partindo desta premissa, toma-se como objeto de estudo a Quinta das Janelas, em Óbidos. Pela existência de uma nascente termal e a sua proximidade a umas termas romanas, representa um caso ideal para responder às questões anteriormente referidas e para a constituição de um novo núcleo termal. Com a proposta de uma estância termal, abordada no último capítulo, procura-se explorar um novo tipo de termalismo a partir da reinterpretação e reinvenção dos banhos romanos, com base numa linguagem arquitetónica contemporânea, evocando as raízes de uma prática ancestral