Publicação
O desenho contemporâneo na pintura figurativa hoje: uma perspetiva realista e pós-moderna
| Resumo: | Propõe-se uma comunicação dedicada ao desenho contemporâneo enquanto linguagem que marca hoje a pintura figurativa, associando-o a conceitos realistas e pós-modernos que transformam a perceção do real e a relação entre referência e referente, argumentando-se que, no contexto atual, a pintura figurativa não se apresenta como um retorno a ambições ilusionistas ou naturalistas mas antes, por via do desenho, como uma nova forma de perceção, representação e comunicação simultaneamente de forma realista - onde todos os meios poderão servir para abordar um modelo crescentemente “vasto, variado e contraditório” – e pós-moderna - onde a verdade não existe e, consequentemente, não interessa. O exposto é reforçado pela análise de três obras de artistas portugueses contemporâneos |
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| Autores principais: | Manteigas, Beatriz |
| Assunto: | Rego, Paula, 1935- Pacheco, Bruno, 1974- Queiroz, Jorge, 1966- Desenho Pós-modernismo Realismo (Movimento artístico) Pintura figurativa Arte - séc.21 Congressos - Actas |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Propõe-se uma comunicação dedicada ao desenho contemporâneo enquanto linguagem que marca hoje a pintura figurativa, associando-o a conceitos realistas e pós-modernos que transformam a perceção do real e a relação entre referência e referente, argumentando-se que, no contexto atual, a pintura figurativa não se apresenta como um retorno a ambições ilusionistas ou naturalistas mas antes, por via do desenho, como uma nova forma de perceção, representação e comunicação simultaneamente de forma realista - onde todos os meios poderão servir para abordar um modelo crescentemente “vasto, variado e contraditório” – e pós-moderna - onde a verdade não existe e, consequentemente, não interessa. O exposto é reforçado pela análise de três obras de artistas portugueses contemporâneos |
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