Publicação
Dimensões da Governança da Água no Nordeste Brasileiro
| Resumo: | A mudança climática, o aumento de população e o adiar das políticas de saneamento colocam a cada dia mais pressão sobre os recursos hídricos, expondo suas desigualdades geográficas e sociais. Nesse contexto, o debate sobre a governança da água vem assumindo cada vez mais centralidade e atualidade, considerando diversos autores que o problema não é tanto de escassez, mas de uma crise de governança. No Brasil ganha maior destaque em momentos de dificuldades em abastecer as populações. O país tem seu diagnóstico feito quanto às dificuldades em implementar um modelo de governança que garanta maior eficácia às políticas, maior participação social e a escala de participação que estimule proximidade do cidadão com os problemas. O Nordeste tem um histórico de flagelo das secas, constituindo-se como elemento simbólico presente na identidade desta região. A resposta ao problema tem sido essencialmente encarada na perspectiva da convivência como semiárido, deixando de lado uma multiplicidade de questionamentos que envolvem todo o ciclo da água. Se, de um lado, é importante e fundamental uma abordagem transdisciplinar que faça o diagnóstico dos problemas, aponte soluções e proceda ao planejamento, de outro lado, é fundamental uma abordagem a partir das políticas públicas apontadas à gestão de mananciais, serviços e usos de água, saneamento básico, mas também de governança. |
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| Autores principais: | Silva, Bismarck Oliveira da |
| Outros Autores: | Ferreira, José Gomes; Santos, Rayane Teixeira de Lira dos |
| Assunto: | Governança Água Seca Nordeste brasileiro |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A mudança climática, o aumento de população e o adiar das políticas de saneamento colocam a cada dia mais pressão sobre os recursos hídricos, expondo suas desigualdades geográficas e sociais. Nesse contexto, o debate sobre a governança da água vem assumindo cada vez mais centralidade e atualidade, considerando diversos autores que o problema não é tanto de escassez, mas de uma crise de governança. No Brasil ganha maior destaque em momentos de dificuldades em abastecer as populações. O país tem seu diagnóstico feito quanto às dificuldades em implementar um modelo de governança que garanta maior eficácia às políticas, maior participação social e a escala de participação que estimule proximidade do cidadão com os problemas. O Nordeste tem um histórico de flagelo das secas, constituindo-se como elemento simbólico presente na identidade desta região. A resposta ao problema tem sido essencialmente encarada na perspectiva da convivência como semiárido, deixando de lado uma multiplicidade de questionamentos que envolvem todo o ciclo da água. Se, de um lado, é importante e fundamental uma abordagem transdisciplinar que faça o diagnóstico dos problemas, aponte soluções e proceda ao planejamento, de outro lado, é fundamental uma abordagem a partir das políticas públicas apontadas à gestão de mananciais, serviços e usos de água, saneamento básico, mas também de governança. |
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