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Hábitos de consumo de plantas aromáticas e medicinais e especiarias em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Uma alimentação saudável é algo que está cada vez mais presente nas preocupações dos consumidores. As especiarias e as plantas aromáticas e medicinais (PAM), já fazem parte da pirâmide da dieta mediterrânica, o que justifica o interesse pelo estudo do respetivo consumo. Assim, e com o objetivo de perceber os hábitos de consumo em Portugal de especiarias/PAM, desenvolveu-se o presente estudo. Foi elaborado um questionário online. O questionário incluiu questões que podem ser agrupadas em cinco partes. Uma parte inicial de caracterização sociodemográfica da amostra. Uma segunda parte com questões relativas ao consumo de especiarias e PAM. Outro conjunto de questões relativas aos hábitos de compra de especiarias e PAM por parte dos consumidores. Um grupo de questões para perceber quais os usos que são dados a estes produtos alimentares. E uma última parte relativa às motivações que levam à utilização de especiarias e PAM. Foram obtidas 525 respostas. As especiarias identificadas como as mais consumidas foram: açafrão, baunilha, canela, cominhos, cravo-da-índia, gengibre, mostarda, noz-moscada e pimentas. As PAM mais mencionadas foram: alecrim, cebolinho, coentro, hortelã, louro, orégão, manjericão e salsa. Com os resultados obtidos, constatou-se que o consumo de especiarias/PAM está presente na alimentação dos portugueses, incluindo as crianças. No que respeita à compra, a mulher é a principal responsável por esta tarefa. As grandes e médias superfícies são os locais habituais para a aquisição e não é difícil encontrarem as variedades pretendidas. Em relação aos usos os inquiridos têm por hábito adicionar especiarias/PAM às refeições que preparam e metade da amostra tem nas suas casas entre 7 e 15 variedades. Há várias razões que levam os consumidores a utilizarem estes produtos, desde questões sensoriais, para preparar receitas tradicionais, para substituir outros ingredientes, por questões de saúde, para preparar receitas exóticas, questões de cozinha étnica ou para conservar os alimentos. Foram mencionados vários aspetos de saúde que induzem este consumo
Autores principais:Pinto, Sónia Catarina Barbosa
Assunto:especiarias plantas aromáticas plantas medicinais inquérito hábitos de consumo
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Uma alimentação saudável é algo que está cada vez mais presente nas preocupações dos consumidores. As especiarias e as plantas aromáticas e medicinais (PAM), já fazem parte da pirâmide da dieta mediterrânica, o que justifica o interesse pelo estudo do respetivo consumo. Assim, e com o objetivo de perceber os hábitos de consumo em Portugal de especiarias/PAM, desenvolveu-se o presente estudo. Foi elaborado um questionário online. O questionário incluiu questões que podem ser agrupadas em cinco partes. Uma parte inicial de caracterização sociodemográfica da amostra. Uma segunda parte com questões relativas ao consumo de especiarias e PAM. Outro conjunto de questões relativas aos hábitos de compra de especiarias e PAM por parte dos consumidores. Um grupo de questões para perceber quais os usos que são dados a estes produtos alimentares. E uma última parte relativa às motivações que levam à utilização de especiarias e PAM. Foram obtidas 525 respostas. As especiarias identificadas como as mais consumidas foram: açafrão, baunilha, canela, cominhos, cravo-da-índia, gengibre, mostarda, noz-moscada e pimentas. As PAM mais mencionadas foram: alecrim, cebolinho, coentro, hortelã, louro, orégão, manjericão e salsa. Com os resultados obtidos, constatou-se que o consumo de especiarias/PAM está presente na alimentação dos portugueses, incluindo as crianças. No que respeita à compra, a mulher é a principal responsável por esta tarefa. As grandes e médias superfícies são os locais habituais para a aquisição e não é difícil encontrarem as variedades pretendidas. Em relação aos usos os inquiridos têm por hábito adicionar especiarias/PAM às refeições que preparam e metade da amostra tem nas suas casas entre 7 e 15 variedades. Há várias razões que levam os consumidores a utilizarem estes produtos, desde questões sensoriais, para preparar receitas tradicionais, para substituir outros ingredientes, por questões de saúde, para preparar receitas exóticas, questões de cozinha étnica ou para conservar os alimentos. Foram mencionados vários aspetos de saúde que induzem este consumo