Publicação
Missão de impregnar “alma” numa enxada: entre a cruz processional cristã e o pau de chiru destaca-se a pessoa “adornada” (“nua”) que abre (“Dada”) uma brecha no presente
| Resumo: | Reflexão desenvolvida por uma artista visual em busca de discernir formas práticas — plásticas — de instaurar eixos favoráveis à causa urgente dos ameríndios guarani-kaiowá, que vivem numa atmosfera trágica no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Para tanto, comparam-se dois objetos litúrgicos em forma de cruz, a cruz processional cristã e o pau de chiru — manejado por rezadores indígenas. Destaca-se, com isso, a noção de pessoa “adornada” (“nua”), a qual é relacionada à circunstância de “abrir brechas no tempo presente”. Esta sintaxe é averiguada em práxis dadaístas e, também, em opera- ções realizadas nos anos 60, numa corrente chamada por Hal Foster de Neovanguardismo. |
|---|---|
| Autores principais: | Larín, Letícia |
| Assunto: | Cruz Guarani Indigenismo Arte pós-colonial Monotipia Ready-made |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Reflexão desenvolvida por uma artista visual em busca de discernir formas práticas — plásticas — de instaurar eixos favoráveis à causa urgente dos ameríndios guarani-kaiowá, que vivem numa atmosfera trágica no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Para tanto, comparam-se dois objetos litúrgicos em forma de cruz, a cruz processional cristã e o pau de chiru — manejado por rezadores indígenas. Destaca-se, com isso, a noção de pessoa “adornada” (“nua”), a qual é relacionada à circunstância de “abrir brechas no tempo presente”. Esta sintaxe é averiguada em práxis dadaístas e, também, em opera- ções realizadas nos anos 60, numa corrente chamada por Hal Foster de Neovanguardismo. |
|---|