| Resumo: | Reflexão desenvolvida por uma artista visual em busca de discernir formas práticas — plásticas — de instaurar eixos favoráveis à causa urgente dos ameríndios guarani-kaiowá, que vivem numa atmosfera trágica no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Para tanto, comparam-se dois objetos litúrgicos em forma de cruz, a cruz processional cristã e o pau de chiru — manejado por rezadores indígenas. Destaca-se, com isso, a noção de pessoa “adornada” (“nua”), a qual é relacionada à circunstância de “abrir brechas no tempo presente”. Esta sintaxe é averiguada em práxis dadaístas e, também, em opera- ções realizadas nos anos 60, numa corrente chamada por Hal Foster de Neovanguardismo. |