Publicação
A importância da formação profissional contínua nas empresas portuguesas
| Resumo: | No mundo global fortemente concorrencial, os recursos humanos assumem-se como um dos factores de maior destaque da competitividade. Em seu torno, surgem as tecnologias, a inovação, condições de mercado, prazos de entrega, qualidade e diversidade de produtos, etc. Assim, as empresas competitivas e concorrenciais são aquelas que investem na valorização dos Recursos Humanos. Este estudo realça que os problemas estruturais de Portugal prendem-se com o baixo nível de qualificação e de educação da população activa, o que influencia a produtividade das empresas. As deficiências da educação, devem-se ao insucesso escolar e ao fraco investimento em formação profissional. São referidas neste estudo, diversas perspectivas acerca desta questão, no âmbito da sociologia do trabalho e do emprego. Os dados estatísticos, reforçam que o investimento em formação contínua é diminuto, o que resulta num cenário desolador que nos coloca na cauda da Europa, revelando acentuadas assimetrias de oportunidades no acesso à formação profissional, tendo os trabalhadores menos escolarizados menores oportunidades, quer de aprendizagem, quer de condições de trabalho. No mundo do trabalho há um domínio do trabalho desqualificado e as condições de trabalho são precárias. A aprendizagem no posto de trabalho requer uma significativa mudança da mentalidade dos dirigentes das empresas portuguesas, ao nível da organização do tempo de trabalho, do investimento financeiro, valorização dos recursos humanos e na aprendizagem ao longo da vida profissional. Em suma, as empresas têm de apostar no processo de aprendizagem ao longo da vida. |
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| Autores principais: | Fonseca, Paulo Jorge Martinho da |
| Assunto: | formação profissional aprendizagem ao longo da vida ensino/formação qualificação transformações no trabalho Life long learning work mutation continuing education and training low training qualification and low qualification learning in work |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | No mundo global fortemente concorrencial, os recursos humanos assumem-se como um dos factores de maior destaque da competitividade. Em seu torno, surgem as tecnologias, a inovação, condições de mercado, prazos de entrega, qualidade e diversidade de produtos, etc. Assim, as empresas competitivas e concorrenciais são aquelas que investem na valorização dos Recursos Humanos. Este estudo realça que os problemas estruturais de Portugal prendem-se com o baixo nível de qualificação e de educação da população activa, o que influencia a produtividade das empresas. As deficiências da educação, devem-se ao insucesso escolar e ao fraco investimento em formação profissional. São referidas neste estudo, diversas perspectivas acerca desta questão, no âmbito da sociologia do trabalho e do emprego. Os dados estatísticos, reforçam que o investimento em formação contínua é diminuto, o que resulta num cenário desolador que nos coloca na cauda da Europa, revelando acentuadas assimetrias de oportunidades no acesso à formação profissional, tendo os trabalhadores menos escolarizados menores oportunidades, quer de aprendizagem, quer de condições de trabalho. No mundo do trabalho há um domínio do trabalho desqualificado e as condições de trabalho são precárias. A aprendizagem no posto de trabalho requer uma significativa mudança da mentalidade dos dirigentes das empresas portuguesas, ao nível da organização do tempo de trabalho, do investimento financeiro, valorização dos recursos humanos e na aprendizagem ao longo da vida profissional. Em suma, as empresas têm de apostar no processo de aprendizagem ao longo da vida. |
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