Publicação
A noção de crise no senso comum e nas ciências sociais
| Resumo: | Importada, ao que parece, das ciências médicas, a ideia de crise começa a generalizar-se no âmbito das análises do social nos séculos XVII e XVIII, período em que surge pela primeira vez a expressão crise económica. É contudo no século XIX, com o apurar do sentido histórico e com o progresso das ciências sociais, assinalado sobretudo pela rotura epistemológica operada por Marx neste terreno, que a noção de crise adquire maior significado. «A história é a incansável perturbadora, que introduz os desequilíbrios estruturais» Cit F. Furet. |
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| Autores principais: | Bastien, Carlos |
| Assunto: | Ciências sociais História económica e social Crise económica |
| Ano: | 1989 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Importada, ao que parece, das ciências médicas, a ideia de crise começa a generalizar-se no âmbito das análises do social nos séculos XVII e XVIII, período em que surge pela primeira vez a expressão crise económica. É contudo no século XIX, com o apurar do sentido histórico e com o progresso das ciências sociais, assinalado sobretudo pela rotura epistemológica operada por Marx neste terreno, que a noção de crise adquire maior significado. «A história é a incansável perturbadora, que introduz os desequilíbrios estruturais» Cit F. Furet. |
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