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O Lugar dos Idosos nas Políticas Públicas de Educação e Formação em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste artigo, por meio da análise de dados estatísticos sobre Educação e Formação do Eurostat e de documentos oficiais da Comissão Européia - o Livro Branco da Educação e Formação (1995) e o Memorando da Aprendizagem ao longo da vida (2000) -, onde são mencionados como destinatários das políticas públicas de educação apenas os jovens e adultos ativos, faz-se uma análise crítica sobre o direito dos idosos à educação. Nessa análise evidenciam-se dois paradoxos presentes nos documentos analisados - não se defende uma educação e formação para todos e não se valoriza, de igual modo, todas as modalidades educativas – que provocam grandes constrangimentos na participação dos idosos em educação e formação na comunidade europeia, bem como no contexto português, reforçando um referencial “liberal social” no campo do direito à educação.
Autores principais:Cavaco, Carmen
Assunto:Aprendizagem ao longo da vida Educação de idosos Políticas públicas Lifelong learning Education of elderlies Public policies
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste artigo, por meio da análise de dados estatísticos sobre Educação e Formação do Eurostat e de documentos oficiais da Comissão Européia - o Livro Branco da Educação e Formação (1995) e o Memorando da Aprendizagem ao longo da vida (2000) -, onde são mencionados como destinatários das políticas públicas de educação apenas os jovens e adultos ativos, faz-se uma análise crítica sobre o direito dos idosos à educação. Nessa análise evidenciam-se dois paradoxos presentes nos documentos analisados - não se defende uma educação e formação para todos e não se valoriza, de igual modo, todas as modalidades educativas – que provocam grandes constrangimentos na participação dos idosos em educação e formação na comunidade europeia, bem como no contexto português, reforçando um referencial “liberal social” no campo do direito à educação.