Publicação
Retrato e a caraterização física e psicológica : exploração de desenho A, 10º ano
| Resumo: | O presente relatório da Prática Supervisionada do Mestrado em Ensino de Artes Visuais, que tem como título “Retrato e a Caraterização Física e Psicológica: Exploração de Desenho A do 10º ano”, e deu origem à Unidade Didática “Autorretrato – Polaroid”. A Unidade foi integrada na disciplina de Desenho A e posta em prática com uma turma do 10º ano, do Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais da Escola Básica e Secundária Tomás de Borba. Com este projeto pretendeu-se explorar o desenho do retrato, transpondo-se a utilização intencional e consciente dos elementos estruturais da linguagem plástica do desenho. Assim, geraram-se uma sequência de exercícios que possibilitaram a construção e a partilha de novas consciências acerca do desenho do retrato e da construção gráfica. A Unidade Didática foi lecionada com a ajuda do Professor Cooperante Francisco Martins, que teve o seu início no mês de abril de 2018 e terminou no mês de maio de 2018. Num total de quinze aulas lecionadas, de 90 minutos cada. Desta forma, foi focado o estudo do desenho do retrato, conforme o programa curricular da disciplina de Desenho A do 11º ano de escolaridade. Foram exploradas principalmente, as regras de construção do desenho do retrato, dos elementos constituintes da face, as proporções e as técnicas de matérias riscadores diferentes. Todos os trabalhos foram avaliados com o auxílio de grelhas de avaliação criadas com a ajuda do Professora Cooperante, juntamente com a observação direta e indireta dos trabalhos desenvolvidos, dando sempre principal relevância às notas da autoavaliação dos alunos. Em toda a intervenção do desenrolar da Prática Supervisionada houve a maior vontade de gerar uma turma mais independente, capaz de criar um ambiente de trabalho colaborativo entre os alunos, com a existência de trocas de opiniões e de materiais. E também, através dos exercícios realizados, mostrar uma nova forma de interpretação da arte. |
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| Autores principais: | Ornelas, Lucas |
| Assunto: | Retrato Desenho Identidade Relatórios da prática de ensino supervisionada - 2018 |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente relatório da Prática Supervisionada do Mestrado em Ensino de Artes Visuais, que tem como título “Retrato e a Caraterização Física e Psicológica: Exploração de Desenho A do 10º ano”, e deu origem à Unidade Didática “Autorretrato – Polaroid”. A Unidade foi integrada na disciplina de Desenho A e posta em prática com uma turma do 10º ano, do Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais da Escola Básica e Secundária Tomás de Borba. Com este projeto pretendeu-se explorar o desenho do retrato, transpondo-se a utilização intencional e consciente dos elementos estruturais da linguagem plástica do desenho. Assim, geraram-se uma sequência de exercícios que possibilitaram a construção e a partilha de novas consciências acerca do desenho do retrato e da construção gráfica. A Unidade Didática foi lecionada com a ajuda do Professor Cooperante Francisco Martins, que teve o seu início no mês de abril de 2018 e terminou no mês de maio de 2018. Num total de quinze aulas lecionadas, de 90 minutos cada. Desta forma, foi focado o estudo do desenho do retrato, conforme o programa curricular da disciplina de Desenho A do 11º ano de escolaridade. Foram exploradas principalmente, as regras de construção do desenho do retrato, dos elementos constituintes da face, as proporções e as técnicas de matérias riscadores diferentes. Todos os trabalhos foram avaliados com o auxílio de grelhas de avaliação criadas com a ajuda do Professora Cooperante, juntamente com a observação direta e indireta dos trabalhos desenvolvidos, dando sempre principal relevância às notas da autoavaliação dos alunos. Em toda a intervenção do desenrolar da Prática Supervisionada houve a maior vontade de gerar uma turma mais independente, capaz de criar um ambiente de trabalho colaborativo entre os alunos, com a existência de trocas de opiniões e de materiais. E também, através dos exercícios realizados, mostrar uma nova forma de interpretação da arte. |
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