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O papel do delegado de grupo na escola secundária em Portugal : um estudo de caso

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ao empreendermos esta investigação, procuramos compreender como se caracteriza o papel do delegado de grupo de uma escola secundária em relação à sua configuração normativa, às práticas efectivamente concretizadas, e em relação às representações sobre si e dos outros sobre esse papel. O corpo da presente dissertação é constituído por duas partes - a primeira diz respeito ao enquadramento teórico e a segunda ao estudo de caso. Ao passo que no enquadramento teórico efectuamos uma abordagem conceptual à temática em estudo, recorrendo a Mintzberg, numa tentativa de justificar o papel do delegado de grupo enquanto elemento de uma linha hierárquica existente na organização escola, no estudo de caso, em obediência a princípios etnográficos, apresentamos e analisamos os dados recolhidos num contexto educativo específico, em resposta à problemática por nós objectivada e questões ora enunciadas. Percorremos, de uma forma orientada e sistemática, os dispositivos legais que servem de quadro normativo à actividade dos profissionais que, além de serem professores, protagonizam uma actividade ao nível da gestão intermédia na organização escola. Em seguida, num contexto singular - a Escola BRANCA - quisemos compreender o quotidiano de uma delegada de grupo em diferentes níveis de actuação. No decurso deste trabalho, afigurou-se-nos igualmente importante compreender as motivações desta professora no exercício da sua actividade, bem como as representações que os professores que com ela trabalham diariamente e por largos anos têm acerca do seu desempenho. Ao concluir este estudo, explanamos os contributos para uma abordagem sobre o delegado de grupo, analisando o papel definido pelos normativos nacionais e internos, destacando as práticas efectivas desta professora na comunidade educativa e sublinhando as representações de outros acerca do seu desempenho. Na comunidade educativa onde esta delegada se movimenta, é-lhe reconhecida competência científica para coordenar e supervisionar e experiência na prática pedagógica enquanto membro deste grupo disciplinar - espaço privilegiado para a resolução de problemas, para a elaboração de propostas e para a organização de actividades.
Autores principais:Ramos, Sandra Cristina Fernandes Candeias, 1970-
Assunto:Teses de mestrado - 2001 Delegados de grupo - Portugal Escolas secundárias Administração escolar
Ano:2001
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Ao empreendermos esta investigação, procuramos compreender como se caracteriza o papel do delegado de grupo de uma escola secundária em relação à sua configuração normativa, às práticas efectivamente concretizadas, e em relação às representações sobre si e dos outros sobre esse papel. O corpo da presente dissertação é constituído por duas partes - a primeira diz respeito ao enquadramento teórico e a segunda ao estudo de caso. Ao passo que no enquadramento teórico efectuamos uma abordagem conceptual à temática em estudo, recorrendo a Mintzberg, numa tentativa de justificar o papel do delegado de grupo enquanto elemento de uma linha hierárquica existente na organização escola, no estudo de caso, em obediência a princípios etnográficos, apresentamos e analisamos os dados recolhidos num contexto educativo específico, em resposta à problemática por nós objectivada e questões ora enunciadas. Percorremos, de uma forma orientada e sistemática, os dispositivos legais que servem de quadro normativo à actividade dos profissionais que, além de serem professores, protagonizam uma actividade ao nível da gestão intermédia na organização escola. Em seguida, num contexto singular - a Escola BRANCA - quisemos compreender o quotidiano de uma delegada de grupo em diferentes níveis de actuação. No decurso deste trabalho, afigurou-se-nos igualmente importante compreender as motivações desta professora no exercício da sua actividade, bem como as representações que os professores que com ela trabalham diariamente e por largos anos têm acerca do seu desempenho. Ao concluir este estudo, explanamos os contributos para uma abordagem sobre o delegado de grupo, analisando o papel definido pelos normativos nacionais e internos, destacando as práticas efectivas desta professora na comunidade educativa e sublinhando as representações de outros acerca do seu desempenho. Na comunidade educativa onde esta delegada se movimenta, é-lhe reconhecida competência científica para coordenar e supervisionar e experiência na prática pedagógica enquanto membro deste grupo disciplinar - espaço privilegiado para a resolução de problemas, para a elaboração de propostas e para a organização de actividades.