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Importância do transcrito de fusão F1PILI-PDGFRA na ausência de eosinofilia periférica : caso clínico e revisão da literatura

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presença de eosinofilia periférica proeminente e persistente é uma das características de definição das Neoplasias Mielóides e Linfóides associadas a Eosinofilia e Anormalidades do PDGFRA. Nos doentes com leucemia eosinofílica crónica em quem se detecta a presença do transcrito de fusão F1PILI-PDGFRA sensível aos inibidores da tirosina quinase, a existência de sintomatologia clinicamente significativa é pouco frequente e a esplenomegália é o achado físico mais comum. Apesar da ausência de eosinofilia periférica e envolvimento de órgão-alvo no caso que se apresenta, a detecção de alterações medulares e genéticas específicas sugerem fortemente esta entidade. Os autores discutem o significado da detecção do F1PILI-PDGFRA sem eosinofilia periférica no diagnóstico de neoplasias mielóides, assim como o seu impacto na abordagem terapêutica e definição prognóstica da entidade.
Autores principais:Monteiro, Pedro de Vasconcelos e, 1991-
Assunto:Eosinofilia Leucemia mieloide Leucemia linfoide Esplenomegalia
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presença de eosinofilia periférica proeminente e persistente é uma das características de definição das Neoplasias Mielóides e Linfóides associadas a Eosinofilia e Anormalidades do PDGFRA. Nos doentes com leucemia eosinofílica crónica em quem se detecta a presença do transcrito de fusão F1PILI-PDGFRA sensível aos inibidores da tirosina quinase, a existência de sintomatologia clinicamente significativa é pouco frequente e a esplenomegália é o achado físico mais comum. Apesar da ausência de eosinofilia periférica e envolvimento de órgão-alvo no caso que se apresenta, a detecção de alterações medulares e genéticas específicas sugerem fortemente esta entidade. Os autores discutem o significado da detecção do F1PILI-PDGFRA sem eosinofilia periférica no diagnóstico de neoplasias mielóides, assim como o seu impacto na abordagem terapêutica e definição prognóstica da entidade.