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Corpo D’Água

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O interesse pelo desconhecido, tal como a água, está na essência do nosso ser. O presente ensaio pretende refletir sobre as problemáticas relacionadas com a água e a sua biodiversidade. Assim, desenvolve-se uma linha de pensamento crítico com o objetivo de procurar respostas na arquitetura para um problema da atualidade que compromete a vida na Terra como a conhecemos. Sendo Portugal um país à beira-mar plantado e tendo no seu ADN uma relação intrínseca com o mar, torna-se pertinente o estudo da simbiose entre os dois elementos. Com o desenvolvimento e evolução da sociedade muitos destes laços relacionais continuam a esbater-se, como é o caso de Tavira, onde a curiosidade pelo mar deixa de ser o foco do olhar das populações. A tentativa de solução que será apresentada pretende utilizar a arquitetura como ferramenta principal para reconciliar a relação ancestral do homem com a água, de Tavira com o mar, de uma forma sustentável para promover a biodiversidade local, através da projeção de um equipamento ambicioso sobre a água de um centro de investigação da água e da vida marinha, complementado por um sistemas autossuficientes, de tratamento de águas e uma área de observatório para sensibilizar e consciencializar os cidadãos. Assim, na busca pelo (re)despertar da curiosidade sobre o mar e pelas formas como preservar a vida que acolhe, este projeto tenta trazer à tona soluções para atenuar esta desconexão entre o Homem e o mar, salientando a relação entre Água, o Corpo e o Lugar.
Autores principais:Santos, Beatriz Silva
Assunto:Água Biodiversidade Corpo Limite Arquitetura
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O interesse pelo desconhecido, tal como a água, está na essência do nosso ser. O presente ensaio pretende refletir sobre as problemáticas relacionadas com a água e a sua biodiversidade. Assim, desenvolve-se uma linha de pensamento crítico com o objetivo de procurar respostas na arquitetura para um problema da atualidade que compromete a vida na Terra como a conhecemos. Sendo Portugal um país à beira-mar plantado e tendo no seu ADN uma relação intrínseca com o mar, torna-se pertinente o estudo da simbiose entre os dois elementos. Com o desenvolvimento e evolução da sociedade muitos destes laços relacionais continuam a esbater-se, como é o caso de Tavira, onde a curiosidade pelo mar deixa de ser o foco do olhar das populações. A tentativa de solução que será apresentada pretende utilizar a arquitetura como ferramenta principal para reconciliar a relação ancestral do homem com a água, de Tavira com o mar, de uma forma sustentável para promover a biodiversidade local, através da projeção de um equipamento ambicioso sobre a água de um centro de investigação da água e da vida marinha, complementado por um sistemas autossuficientes, de tratamento de águas e uma área de observatório para sensibilizar e consciencializar os cidadãos. Assim, na busca pelo (re)despertar da curiosidade sobre o mar e pelas formas como preservar a vida que acolhe, este projeto tenta trazer à tona soluções para atenuar esta desconexão entre o Homem e o mar, salientando a relação entre Água, o Corpo e o Lugar.