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Reinventar ruínas

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Resumo:O património arquitetónico de uma nação possui valor histórico, documental, arqueológico, económico, social e até político e espiritual ou simbólico. Ele pode constituir um símbolo de identidade e continuidade cultural, dado que absorve tudo o que é relevante para a cultura, tradições, crenças, pensamentos, religião, ideologia e costumes de uma sociedade. O património arquitetónico, tal como a história, não é uma imagem espelhada do passado, mas é importante para se discutir sobre a forma como nos lembramos dele e desempenha um papel importante no rastreamento da evolução urbana de um país. Dentro do património arquitetónico, o património militar, como castelos, fortalezas e outras estruturas fortificadas, pode ser de grande importância por vários motivos. De uma perspetiva histórica, essas estruturas fornecem informações sobre as estratégias e tecnologias militares do passado, bem como os contextos sociais e culturais em que foram construídas, mas também podem servir como símbolos importantes da história e identidade de um determinado lugar ou região. Preservar o património militar também pode trazer benefícios económicos, pois essas estruturas geralmente atraem turistas e podem contribuir para a economia local por meio do turismo patrimonial. No geral, o património militar pode ser uma parte importante da identidade e da história de uma comunidade, e preservá-lo pode ajudar a garantir que as gerações futuras possam aprender e apreciar essas estruturas. Com esta dissertação pretende-se ainda apresentar uma proposta de intervenção sobre o Forte do Guincho, um dos fortes, considerado património militar, que se encontra na zona costeira do Guincho, no concelho de Cascais, em péssimo estado de conservação, sendo um dos únicos deste vasto conjunto de fortificações que não sofreu intervenções.
Autores principais:Dias, Cheila Luzia Ferreira
Assunto:reabilitação património militar ruínas forte/Fortaleza do Guincho
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O património arquitetónico de uma nação possui valor histórico, documental, arqueológico, económico, social e até político e espiritual ou simbólico. Ele pode constituir um símbolo de identidade e continuidade cultural, dado que absorve tudo o que é relevante para a cultura, tradições, crenças, pensamentos, religião, ideologia e costumes de uma sociedade. O património arquitetónico, tal como a história, não é uma imagem espelhada do passado, mas é importante para se discutir sobre a forma como nos lembramos dele e desempenha um papel importante no rastreamento da evolução urbana de um país. Dentro do património arquitetónico, o património militar, como castelos, fortalezas e outras estruturas fortificadas, pode ser de grande importância por vários motivos. De uma perspetiva histórica, essas estruturas fornecem informações sobre as estratégias e tecnologias militares do passado, bem como os contextos sociais e culturais em que foram construídas, mas também podem servir como símbolos importantes da história e identidade de um determinado lugar ou região. Preservar o património militar também pode trazer benefícios económicos, pois essas estruturas geralmente atraem turistas e podem contribuir para a economia local por meio do turismo patrimonial. No geral, o património militar pode ser uma parte importante da identidade e da história de uma comunidade, e preservá-lo pode ajudar a garantir que as gerações futuras possam aprender e apreciar essas estruturas. Com esta dissertação pretende-se ainda apresentar uma proposta de intervenção sobre o Forte do Guincho, um dos fortes, considerado património militar, que se encontra na zona costeira do Guincho, no concelho de Cascais, em péssimo estado de conservação, sendo um dos únicos deste vasto conjunto de fortificações que não sofreu intervenções.