Publicação

Prevalência dos fatores de risco associados a problemas de segurança relacionados com os contracetivos orais

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Os Contracetivos orais são na atualidade o método contracetivo reversível mais popular e eficaz na prevenção da gravidez. Estes são constituídos por duas formas sintéticas das hormonas estrogénios e progestagénios porém tem ocorrido uma evolução no que concerne a sua composição com o intuito de melhorar o seu perfil de segurança. O presente estudo teve como finalidade, por um lado caracterizar a prevalência de utilizadoras de contracetivos orais de 3ª e 4ª geração, pois são alvo de controvérsias respeitantes ao seu perfil de segurança, e, por outro lado, estimar a prevalência dos principais fatores de risco associados a problemas de segurança relacionados com o uso deste método contracetivo. Para esse fim, foram aplicados e analisados 159 questionários de mulheres em idade fértil. Os resultados demonstraram que a maioria das inquiridas faz uso de um contracetivo de 3ª ou 4ª Geração e os fatores de risco mais prevalentes foram os hábitos tabágicos (Fumadora) (35%), a Dislipidémia (19%) e as enxaquecas com aura (23%). Concluiu-se que a escolha do método contracetivo deve ser adequada à condição de saúde da mulher, sendo que os vários profissionais de saúde, e especificamente o farmacêutico, exercem um papel fundamental ao promover o uso adequado deste método contracetivo.
Autores principais:Chicote, Joana Raquel Seabra
Assunto:Contraceção oral Pílula Efeitos adversos Fatores de risco 3ª e 4ª geração Mestrado Integrado - 2013
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os Contracetivos orais são na atualidade o método contracetivo reversível mais popular e eficaz na prevenção da gravidez. Estes são constituídos por duas formas sintéticas das hormonas estrogénios e progestagénios porém tem ocorrido uma evolução no que concerne a sua composição com o intuito de melhorar o seu perfil de segurança. O presente estudo teve como finalidade, por um lado caracterizar a prevalência de utilizadoras de contracetivos orais de 3ª e 4ª geração, pois são alvo de controvérsias respeitantes ao seu perfil de segurança, e, por outro lado, estimar a prevalência dos principais fatores de risco associados a problemas de segurança relacionados com o uso deste método contracetivo. Para esse fim, foram aplicados e analisados 159 questionários de mulheres em idade fértil. Os resultados demonstraram que a maioria das inquiridas faz uso de um contracetivo de 3ª ou 4ª Geração e os fatores de risco mais prevalentes foram os hábitos tabágicos (Fumadora) (35%), a Dislipidémia (19%) e as enxaquecas com aura (23%). Concluiu-se que a escolha do método contracetivo deve ser adequada à condição de saúde da mulher, sendo que os vários profissionais de saúde, e especificamente o farmacêutico, exercem um papel fundamental ao promover o uso adequado deste método contracetivo.