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Malária na gravidez : revisão
| Resumo: | O aumento global de migrantes entre os vários continentes é uma realidade atual. Mais de 80 milhões de viajantes visitam anualmente zonas endémicas de malária. A mulher grávida tem uma maior vulnerabilidade para a infeção pelo parasita da malária. O plasmodium falciparum é o principal agente responsável pela mortalidade e morbilidade da malária. Este possui a característica única de sequestrar os eritrócitos infetados no espaço intervilositário da placenta – malária placentária- prejudicando a troca de nutrientes e de oxigénio entre a mãe e o feto. A malária, para além das implicações na mãe, como a anemia severa, está associada a complicações para o feto: restrição do crescimento fetal, baixo peso ao nascer, aborto. A hipótese diagnóstica de malária deve ser colocada em todas as mulheres com sintomas “gripe-like” que viajaram para zonas endémicas. O gold standart para o diagnóstico é a microscopia, através da gota espessa; em alternativa existem os testes de diagnóstico rápido. O diagnóstico definitivo de malária placentária só é possível através de histologia da placenta. O tratamento faz-se de acordo com a espécie do parasita, o trimestre da gravidez e de acordo com a gravidade da infeção. Medidas anti mosquito e quimioprofilaxia mostraram extrema importância na prevenção da infeção e das suas complicações nas grávidas que irão viajar. |
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| Autores principais: | Mendonça, Carlota Joana Silva |
| Assunto: | Malária Gravidez Plasmodium falciparum Ginecologia Obstetrícia |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O aumento global de migrantes entre os vários continentes é uma realidade atual. Mais de 80 milhões de viajantes visitam anualmente zonas endémicas de malária. A mulher grávida tem uma maior vulnerabilidade para a infeção pelo parasita da malária. O plasmodium falciparum é o principal agente responsável pela mortalidade e morbilidade da malária. Este possui a característica única de sequestrar os eritrócitos infetados no espaço intervilositário da placenta – malária placentária- prejudicando a troca de nutrientes e de oxigénio entre a mãe e o feto. A malária, para além das implicações na mãe, como a anemia severa, está associada a complicações para o feto: restrição do crescimento fetal, baixo peso ao nascer, aborto. A hipótese diagnóstica de malária deve ser colocada em todas as mulheres com sintomas “gripe-like” que viajaram para zonas endémicas. O gold standart para o diagnóstico é a microscopia, através da gota espessa; em alternativa existem os testes de diagnóstico rápido. O diagnóstico definitivo de malária placentária só é possível através de histologia da placenta. O tratamento faz-se de acordo com a espécie do parasita, o trimestre da gravidez e de acordo com a gravidade da infeção. Medidas anti mosquito e quimioprofilaxia mostraram extrema importância na prevenção da infeção e das suas complicações nas grávidas que irão viajar. |
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