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Avaliação da eficácia da vacina da varicela em doentes transplantados renais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A varicela em doentes imunocomprometidos pode ter graves complicações, pelo que é recomendada a vacinação antes do transplante. No entanto a sua eficácia nesta população não está bem comprovada. Objetivos: Avaliar 1) taxa de imunidade pré-transplante para varicela; 2) presença de títulos protetores de anticorpos anti-VVZ nos doentes vacinados; 3) correlação entre serologia pós transplante e idade de transplantação, estadio de DRC na vacinação, terapêutica imunossupressora, intervalos entre vacinação, transplante e serologias, vacina utilizada; 4) incidência e gravidade de varicela nos doentes transplantados vacinados e não vacinados. Métodos: Estudo transversal descritivo (Janeiro - Abril 2015). Recolhidos dados epidemiológicos, referentes ao transplante e vacinação contra a varicela. Determinados títulos de imunoglobulina G anti-VVZ, no grupo de doentes transplantados vacinados. Resultados: 45 doentes, 10 vacinados; destes, 4 mantém serologias positivas, 3 são seronegativos e 3 têm serologias equívocas. 2/3 dos seronegativos, metade dos positivos e 1/3 dos equívocos fizeram imunoglobulina anti-timócito. Todos os doentes seronegativos se encontravam em estadio 5 de DRC na altura da vacinação. Registaram-se dois casos de varicela nos 4 doentes seronegativos não vacinados; nos doentes vacinados não se registaram casos da doença. Conclusões: Salienta-se a importância de monitorizar a eficácia da vacina nos doentes transplantados e de ponderar medidas de profilaxia secundária naqueles seronegativos, apesar da vacinação.
Autores principais:Ramalho, Carina Isabel Pereira
Assunto:Vacina contra varicela Transplante de órgãos Eficácia Rim Pediatria
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A varicela em doentes imunocomprometidos pode ter graves complicações, pelo que é recomendada a vacinação antes do transplante. No entanto a sua eficácia nesta população não está bem comprovada. Objetivos: Avaliar 1) taxa de imunidade pré-transplante para varicela; 2) presença de títulos protetores de anticorpos anti-VVZ nos doentes vacinados; 3) correlação entre serologia pós transplante e idade de transplantação, estadio de DRC na vacinação, terapêutica imunossupressora, intervalos entre vacinação, transplante e serologias, vacina utilizada; 4) incidência e gravidade de varicela nos doentes transplantados vacinados e não vacinados. Métodos: Estudo transversal descritivo (Janeiro - Abril 2015). Recolhidos dados epidemiológicos, referentes ao transplante e vacinação contra a varicela. Determinados títulos de imunoglobulina G anti-VVZ, no grupo de doentes transplantados vacinados. Resultados: 45 doentes, 10 vacinados; destes, 4 mantém serologias positivas, 3 são seronegativos e 3 têm serologias equívocas. 2/3 dos seronegativos, metade dos positivos e 1/3 dos equívocos fizeram imunoglobulina anti-timócito. Todos os doentes seronegativos se encontravam em estadio 5 de DRC na altura da vacinação. Registaram-se dois casos de varicela nos 4 doentes seronegativos não vacinados; nos doentes vacinados não se registaram casos da doença. Conclusões: Salienta-se a importância de monitorizar a eficácia da vacina nos doentes transplantados e de ponderar medidas de profilaxia secundária naqueles seronegativos, apesar da vacinação.