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Pobreza Energética: do diagnóstico à mudança necessária

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A pobreza energética e o modo como os impactos das alterações climáticas nos sujeitam cada vez mais aos efeitos nefastos das ondas de calor e de frio têm vindo a agravar a situação de impreparação em que se encontra grande parte do parque edificado em Portugal. Embora esta problemática tenha chegado tardiamente às preocupações políticas no país, o problema já é reconhecido e tem sido equacionado em diversos estudos, situando Portugal entre os países da UE onde a pobreza energética atinge dos mais elevados índices de incidência. Para resolver este problema, que já afeta fortemente a saúde pública a vários níveis e atinge as populações socialmente mais vulneráveis, mas também largos sectores da classe média, lançaram-se recentemente políticas europeias e nacionais dotadas de pacotes financeiros adequados a uma vasta e necessária transição energética no sentido da renovação eficiente dos edifícios. Tal implica criar condições informativas e colaborativas, bem como políticas de proximidade e mediação ativas que mobilizem a aplicação dos fundos de uma forma efetiva, abrangente e democrática, produzindo as tão necessárias mudanças.
Autores principais:Horta, Ana
Outros Autores:Schmidt, Luísa
Assunto:Pobreza Energética
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A pobreza energética e o modo como os impactos das alterações climáticas nos sujeitam cada vez mais aos efeitos nefastos das ondas de calor e de frio têm vindo a agravar a situação de impreparação em que se encontra grande parte do parque edificado em Portugal. Embora esta problemática tenha chegado tardiamente às preocupações políticas no país, o problema já é reconhecido e tem sido equacionado em diversos estudos, situando Portugal entre os países da UE onde a pobreza energética atinge dos mais elevados índices de incidência. Para resolver este problema, que já afeta fortemente a saúde pública a vários níveis e atinge as populações socialmente mais vulneráveis, mas também largos sectores da classe média, lançaram-se recentemente políticas europeias e nacionais dotadas de pacotes financeiros adequados a uma vasta e necessária transição energética no sentido da renovação eficiente dos edifícios. Tal implica criar condições informativas e colaborativas, bem como políticas de proximidade e mediação ativas que mobilizem a aplicação dos fundos de uma forma efetiva, abrangente e democrática, produzindo as tão necessárias mudanças.