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Artrite reumatoide : do diagnóstico à avaliação da eficácia da terapêutica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crónica, de etiologia variada, que quando não tratada a tempo conduz a uma enorme incapacidade. Carateriza-se por afetar a membrana sinovial das articulações bilaterais simétricas. Atinge três vezes mais o sexo feminino, sendo a faixa etária dos 30 aos 60 a mais acometida. O diagnóstico da AR pode levar anos a ser feito e é necessário observarem-se uma série de manifestações clínicas, variáveis de indivíduo para indivíduo. Consoante o quadro clínico do doente e o prognóstico da doença, pode-se prever um curso da doença específico e escolher a terapêutica adequada. Mas uma vez que a evolução da doença não é linear, os clínicos necessitam de novas ferramentas para fazerem a melhor escolha possível. A terapêutica farmacológica deve ser ajustável a cada doente. Deve sempre conter um fármaco modificador da evolução da doença reumática (FMEDR), para além de analgésicos, AINEs e corticosteroides no controlo da inflamação ativa. Quando o FMEDR de primeira linha falha, pode-se tentar uma combinação de fármacos, mudar para outro FMEDR ou para um fármaco biológico. Os fármacos biológicos de primeira linha são os inibidores do TNF-α. Atualmente existem índices de atividade da doença reumática, que permitem auxiliar no diagnóstico e prognóstico da severidade da doença, assim como avaliar a sua resposta à terapêutica instituída. Surgem também biomarcadores que permitem ao clínico uma nova abordagem nas várias etapas de diagnóstico, prognóstico e avaliação da eficácia da terapêutica.
Autores principais:Gomes, Rúben Emanuel dos Ramos
Assunto:Membrana sinovial FMEDR Fármaco biológico Biomarcador Mestrado Integrado - 2016
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crónica, de etiologia variada, que quando não tratada a tempo conduz a uma enorme incapacidade. Carateriza-se por afetar a membrana sinovial das articulações bilaterais simétricas. Atinge três vezes mais o sexo feminino, sendo a faixa etária dos 30 aos 60 a mais acometida. O diagnóstico da AR pode levar anos a ser feito e é necessário observarem-se uma série de manifestações clínicas, variáveis de indivíduo para indivíduo. Consoante o quadro clínico do doente e o prognóstico da doença, pode-se prever um curso da doença específico e escolher a terapêutica adequada. Mas uma vez que a evolução da doença não é linear, os clínicos necessitam de novas ferramentas para fazerem a melhor escolha possível. A terapêutica farmacológica deve ser ajustável a cada doente. Deve sempre conter um fármaco modificador da evolução da doença reumática (FMEDR), para além de analgésicos, AINEs e corticosteroides no controlo da inflamação ativa. Quando o FMEDR de primeira linha falha, pode-se tentar uma combinação de fármacos, mudar para outro FMEDR ou para um fármaco biológico. Os fármacos biológicos de primeira linha são os inibidores do TNF-α. Atualmente existem índices de atividade da doença reumática, que permitem auxiliar no diagnóstico e prognóstico da severidade da doença, assim como avaliar a sua resposta à terapêutica instituída. Surgem também biomarcadores que permitem ao clínico uma nova abordagem nas várias etapas de diagnóstico, prognóstico e avaliação da eficácia da terapêutica.