Publicação
Biosfera, o homem e o "seu espaço"
| Resumo: | natural de infinita dimensão, em desenvolvimento há milénios, que sempre seguiu o seu percurso. Neste contexto o ser humano relacionou-se de maneira direta com os recursos que o nosso planeta dispõe. Pode-se constatar como desenvolvimento histórico humano que a partir de algumas gerações passadas até ao presente se vive num processo de desenfreada expansão. Hoje, o sistema de sociedade urbana é o fenómeno e manifestação de pensamento e planeamento espacial que acolhe a maioria da população mundial. O desenvolvimento progressivo desta forma de ocupar, proposto sempre como forma de ajuda ao homem, não considerou, e quase-não considera atualmente, o seu impacto no ambiente global que o hospeda. A expansão da atividade humana, essencialmente a partir da revolução industrial, causou consequências profundas no ciclo climático do planeta. O planeamento urbano e arquitetónico no Séc. XXI será obrigado a propor novas formas de estar e comportamentos ecológicos, necessários para acolher o continuo, dinâmico e crescente, fluxo demográfico. Neste trabalho, no âmbito da Arquitetura, propõe-se um estudo de espaço baseado em funcionalidade e simplicidade, seguindo o desejo de criar espaços inspiradores e confortáveis onde a vida toma lugar. Como complemento ao ato de habitar é proposto a incorporação de algumas funções que visam minimizar o impacto da atividade humana: a incorporação de áreas de produção de comida e a recolha de águas pluviais para rega. Assim a Arquitetura apoia o homem não só de um ponto de vista formal, como também propõe um espaço vital e confortável, que gera e satisfaz parcialmente as necessidades primarias dos homens. Desta forma a Arquitetura procura um equilíbrio de introdução de outras funções basais e um possível encontro construtivo entre a tecnologia, o existente e o necessário. A elaboração do projeto tenta cultivar uma perspetiva de estudo e observação em relação ao campo do desenvolvimento da ecologia urbana e novas abordagens para possíveis e viáveis implementações do design ecológico urbano. A necessária elaboração de métodos experimentais de diferentes escalas, até a adaptação especifica para locais urbanos. Nisto é fundamental, em qualquer proposta, uma fusão entre arquitetura, história, ciência, design e planeamento para obter soluções possíveis. Neste estudo a Arquitetura é pensada como elemento orgânico que produz “naturalmente” os elementos básicos necessários à vida. Assim, a Arquitetura concilia o desenvolvimento tecnológico/ecológico moderno com técnicas tradicionais e o uso de materiais locais, criando uma solução pontual num contexto económico, social de caracter urbano. |
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| Autores principais: | Galliano, Nicollò Arnaldo |
| Assunto: | Meio ambiente Clima Homem Arquitetura Sustentabilidade Planeamento urbano ecológico Environment Climate Human being Architecture Sustainability Ecological urban planning |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | natural de infinita dimensão, em desenvolvimento há milénios, que sempre seguiu o seu percurso. Neste contexto o ser humano relacionou-se de maneira direta com os recursos que o nosso planeta dispõe. Pode-se constatar como desenvolvimento histórico humano que a partir de algumas gerações passadas até ao presente se vive num processo de desenfreada expansão. Hoje, o sistema de sociedade urbana é o fenómeno e manifestação de pensamento e planeamento espacial que acolhe a maioria da população mundial. O desenvolvimento progressivo desta forma de ocupar, proposto sempre como forma de ajuda ao homem, não considerou, e quase-não considera atualmente, o seu impacto no ambiente global que o hospeda. A expansão da atividade humana, essencialmente a partir da revolução industrial, causou consequências profundas no ciclo climático do planeta. O planeamento urbano e arquitetónico no Séc. XXI será obrigado a propor novas formas de estar e comportamentos ecológicos, necessários para acolher o continuo, dinâmico e crescente, fluxo demográfico. Neste trabalho, no âmbito da Arquitetura, propõe-se um estudo de espaço baseado em funcionalidade e simplicidade, seguindo o desejo de criar espaços inspiradores e confortáveis onde a vida toma lugar. Como complemento ao ato de habitar é proposto a incorporação de algumas funções que visam minimizar o impacto da atividade humana: a incorporação de áreas de produção de comida e a recolha de águas pluviais para rega. Assim a Arquitetura apoia o homem não só de um ponto de vista formal, como também propõe um espaço vital e confortável, que gera e satisfaz parcialmente as necessidades primarias dos homens. Desta forma a Arquitetura procura um equilíbrio de introdução de outras funções basais e um possível encontro construtivo entre a tecnologia, o existente e o necessário. A elaboração do projeto tenta cultivar uma perspetiva de estudo e observação em relação ao campo do desenvolvimento da ecologia urbana e novas abordagens para possíveis e viáveis implementações do design ecológico urbano. A necessária elaboração de métodos experimentais de diferentes escalas, até a adaptação especifica para locais urbanos. Nisto é fundamental, em qualquer proposta, uma fusão entre arquitetura, história, ciência, design e planeamento para obter soluções possíveis. Neste estudo a Arquitetura é pensada como elemento orgânico que produz “naturalmente” os elementos básicos necessários à vida. Assim, a Arquitetura concilia o desenvolvimento tecnológico/ecológico moderno com técnicas tradicionais e o uso de materiais locais, criando uma solução pontual num contexto económico, social de caracter urbano. |
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