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Comparação das medidas de autoproteção exigíveis, face ao enquadramento legal na área de segurança contra incêndio em edifícios

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Detalhes bibliográficos
Resumo:De entre as situações de emergência mais descritas e regulamentadas, do ponto de vista histórico, social, e económico, destaca-se o fenómeno de incêndio em meio urbano. Em Portugal, após um período alargado de produção legal em matéria de segurança contra incêndio, por vezes dúbio e também omisso na sua aplicação, regulamenta-se em 2008, um novo Regime Jurídico de Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJSCIE). O RJSCIE, actualmente em vigor vem trazer alterações significativas em matéria de responsabilidades, funções e gestão das condições de segurança contra incêndio, que se reflectem para as instalações já existentes, à data da sua publicação, na aplicação das chamadas medidas de autoprotecção. Procurando estudar as alterações que a aplicação destas medidas vêm introduzir nas organizações, e simultaneamente avaliar a sua adequabilidade e suficiência, descreve-se no presente trabalho uma metodologia de definição das medidas de autoprotecção e comparam-se os resultados obtidos num estudo efectuado em quatro contact centers, pertencentes à mesma entidade. Ainda que classificadas com o mesmo uso dominante, as quatro instalações apresentaram características distintas entre si. Os resultados alcançados mostraram que as diferenças encontradas permitiram classificar as quatro instalações na mesma categoria de risco, sendo assim aplicadas as mesmas medidas de autoprotecção. Apesar de duas das instalações terem implementado planos de emergência internos previamente à implementação das medidas de autoprotecção, em nenhuma das situações foi possível validar a aplicação destas. Na origem dos resultados obtidos evidencia-se o factor humano e a imprevisibilidade que o caracteriza, nomeadamente em termos comportamentais em situação de emergência.
Autores principais:Rodrigues, Anabela da Silva
Assunto:Emergência Medidas de autoproteção Plano de segurança Segurança contra incêndio Simulacro
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:De entre as situações de emergência mais descritas e regulamentadas, do ponto de vista histórico, social, e económico, destaca-se o fenómeno de incêndio em meio urbano. Em Portugal, após um período alargado de produção legal em matéria de segurança contra incêndio, por vezes dúbio e também omisso na sua aplicação, regulamenta-se em 2008, um novo Regime Jurídico de Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJSCIE). O RJSCIE, actualmente em vigor vem trazer alterações significativas em matéria de responsabilidades, funções e gestão das condições de segurança contra incêndio, que se reflectem para as instalações já existentes, à data da sua publicação, na aplicação das chamadas medidas de autoprotecção. Procurando estudar as alterações que a aplicação destas medidas vêm introduzir nas organizações, e simultaneamente avaliar a sua adequabilidade e suficiência, descreve-se no presente trabalho uma metodologia de definição das medidas de autoprotecção e comparam-se os resultados obtidos num estudo efectuado em quatro contact centers, pertencentes à mesma entidade. Ainda que classificadas com o mesmo uso dominante, as quatro instalações apresentaram características distintas entre si. Os resultados alcançados mostraram que as diferenças encontradas permitiram classificar as quatro instalações na mesma categoria de risco, sendo assim aplicadas as mesmas medidas de autoprotecção. Apesar de duas das instalações terem implementado planos de emergência internos previamente à implementação das medidas de autoprotecção, em nenhuma das situações foi possível validar a aplicação destas. Na origem dos resultados obtidos evidencia-se o factor humano e a imprevisibilidade que o caracteriza, nomeadamente em termos comportamentais em situação de emergência.