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Croma: vol.7, nº13 (Jan./Jun. 2019)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nesta procura continuada de reunir escritos de artistas sobre outros criadores se reuniram neste número da Revista Croma dezasseis artigos que têm em comum a determinação interventiva e emancipada. Provoca-se o inconformismo, ensaia-se o pensamento. A intervenção advém do estatuto, do capital simbólico associado à autoria. O estatuto político da arte centra o artista e tona-o vocal. A sua perspetiva, a sua síntese, a sua fantasia, são agora meios para uma mediação junto de todos, em direção a uma transformação fundamental e construtora de um dos pontos essenciais da cultura: a arte emancipada. Com a emancipação da arte, criou-se uma nova referencialidade, um novo descentramento, um olhar exterior, um olhar do homem sobre o homem, um olhar político mediado pelas formas pensadas.
Autores principais:Queiroz, João
Outros Autores:Figueiredo Vieira Da Cunha, Eduardo; Radulescu De Barrio De Mendoza, Mihaela; Gueller, Viviane; Dillon, Verónica; Ferreira, Nuno M. Gonçalves Pinto; Vidagañ, María; Cidade, Daniela Mendes; Batista De Assis, Sissa Aneleh; Grando, Angela Maria; Sánchez Sampedro, Amaya; Oliveira Carvalho, Francione; Monteiro, Matheus Assunção Braz; Villa, Danillo; Oliveira, Ronaldo Alexandre de; Sampaio Ferraz, Tatiana; Marques, Ines Andrade; Macedo, Juliana Gouthier; Nogaledo Gómez, Laura
Assunto:Estudos Artísticos Arte Periódicos
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Nesta procura continuada de reunir escritos de artistas sobre outros criadores se reuniram neste número da Revista Croma dezasseis artigos que têm em comum a determinação interventiva e emancipada. Provoca-se o inconformismo, ensaia-se o pensamento. A intervenção advém do estatuto, do capital simbólico associado à autoria. O estatuto político da arte centra o artista e tona-o vocal. A sua perspetiva, a sua síntese, a sua fantasia, são agora meios para uma mediação junto de todos, em direção a uma transformação fundamental e construtora de um dos pontos essenciais da cultura: a arte emancipada. Com a emancipação da arte, criou-se uma nova referencialidade, um novo descentramento, um olhar exterior, um olhar do homem sobre o homem, um olhar político mediado pelas formas pensadas.